Visitamos hoje Araranguá que está situado no extremo sul de Santa Catarina é conhecida como “Cidade das Avenidas”, devido ao traçado de suas ruas e em cujo centro tem as largas avenidas e ótimo comércio. A cidade é cortada pelo Rio Araranguá que divide em duas áreas distintas: o Centro e suas proximidades, próximo a BR-101 e o litoral.
Almoçamos no restaurante Buchanans que tem um ótimo buffet de comidas, sobremesas e bebidas.
Depois visitamos o cartão-postal da cidade que é o balneário de Morro dos Conventos localizado a dez quilômetros do centro da cidade.
O balneário tem praia, dunas, furnas e a foz do Rio Araranguá.
O balneário tem um belo penhasco com paredões com mais de 80 metros de altura e, onde fica o farol da Marinha com 8 metros de altura que auxilia na navegação e, um mirante donde se exerga a barragem entre entre o Rio Araranguá, que vem desde o centro da cidade até a comunidade de ilhas, e o Oceano Atlântico.
As falésias permitem a prática de esportes radicais como rapel, escalada e vôo livre. Além disso, os aventureiros podem caminhar pelas dunas e percorrer trilhas que contornam os costões. O rio ainda pode ser aproveitado para esportes náuticos como jet ski e windsurf.
E ainda do alto destes paredões é possível, durante o inverno, a observação das baleias francas, que visitam o litoral de Santa Catarina para procriar e amamentar seus filhotes, até que estes estejam prontos para a longa viajem de volta ao seu habitat Antártica.
Para ir a comunidade de Ilhas partindo do Balneário Morro dos Conventos, é necessário a travessia de balsa pelo Rio Araranguá depois seguir por uma estrada de chão batido até chegar a esta antiga colônia de pescadores contornada pelo rio e pelo mar conhecida pelas riquezas naturais e pelo valorizado artesanado feito por moradores da localidade.
O Rio Ararángua encanta pela cor de suas águas que alternam entre o verde e o azul. Na Barra do Rio Araranguá, onde há o encontro do rio com o mar, e onde acontece a pesca com o auxílio dos golfinhos, tornando-se um espetáculo a parte.
A cidade tem várias lagoas bem estruturadas para banho e a prática de camping. Na lagoa da Serra, com 9 km² de águas mornas e azuis, é possível encontrar lebres, quero-queros, marrecos, garças e inúmeras variedades de peixes tem também as lagoas dos Bichos, do Cortado, Dourada, Mãe Luzia e do Caverá, compondo um sistema ecológico de rara beleza.
Ararángua teve origem no século XVIII, com a abertura de caminhos pelos tropeiros. O lugar que era apenas um ponto de passagem se transformou em local de paragem, surgindo as primeiras casas e um pequeno comércio que supria as necessidades dos viajantes. Ainda nessa época a região pertencia à Laguna e recebeu o nome de “Capão da Espera” e depois “Campinas”.
A emancipação de Araranguá aconteceu em 1880. A versão mais popularizada para a origem do nome relata a fusão dos termos “Ararã” (papagaio grande/arara) e “gua” (vale/baixada), significando “Vale das Araras”.
A formação cultura do município é diversificada, com destaque para os descendentes de imigrantes açorianos que chegaram ao Estado no século XVIII, e os imigrantes europeus, principalmente italianos.
Quanto à origem do nome – Morro dos Conventos – existem duas hipóteses: a primeira remonta à possível existência de uma comunidade jesuíta no local, e outra relacionada à formação rochosa, que observada de longe lembra um mosteiro. O balneário possui hotéis e campings equipados com piscinas, quadras de esporte, restaurante e farmácia, garantindo conforto aos visitantes.
Fotos do passeio:
Almoçamos no restaurante Buchanans que tem um ótimo buffet de comidas, sobremesas e bebidas.
Depois visitamos o cartão-postal da cidade que é o balneário de Morro dos Conventos localizado a dez quilômetros do centro da cidade.
O balneário tem praia, dunas, furnas e a foz do Rio Araranguá.
O balneário tem um belo penhasco com paredões com mais de 80 metros de altura e, onde fica o farol da Marinha com 8 metros de altura que auxilia na navegação e, um mirante donde se exerga a barragem entre entre o Rio Araranguá, que vem desde o centro da cidade até a comunidade de ilhas, e o Oceano Atlântico.
As falésias permitem a prática de esportes radicais como rapel, escalada e vôo livre. Além disso, os aventureiros podem caminhar pelas dunas e percorrer trilhas que contornam os costões. O rio ainda pode ser aproveitado para esportes náuticos como jet ski e windsurf.
E ainda do alto destes paredões é possível, durante o inverno, a observação das baleias francas, que visitam o litoral de Santa Catarina para procriar e amamentar seus filhotes, até que estes estejam prontos para a longa viajem de volta ao seu habitat Antártica.
Para ir a comunidade de Ilhas partindo do Balneário Morro dos Conventos, é necessário a travessia de balsa pelo Rio Araranguá depois seguir por uma estrada de chão batido até chegar a esta antiga colônia de pescadores contornada pelo rio e pelo mar conhecida pelas riquezas naturais e pelo valorizado artesanado feito por moradores da localidade.
O Rio Ararángua encanta pela cor de suas águas que alternam entre o verde e o azul. Na Barra do Rio Araranguá, onde há o encontro do rio com o mar, e onde acontece a pesca com o auxílio dos golfinhos, tornando-se um espetáculo a parte.
A cidade tem várias lagoas bem estruturadas para banho e a prática de camping. Na lagoa da Serra, com 9 km² de águas mornas e azuis, é possível encontrar lebres, quero-queros, marrecos, garças e inúmeras variedades de peixes tem também as lagoas dos Bichos, do Cortado, Dourada, Mãe Luzia e do Caverá, compondo um sistema ecológico de rara beleza.
Ararángua teve origem no século XVIII, com a abertura de caminhos pelos tropeiros. O lugar que era apenas um ponto de passagem se transformou em local de paragem, surgindo as primeiras casas e um pequeno comércio que supria as necessidades dos viajantes. Ainda nessa época a região pertencia à Laguna e recebeu o nome de “Capão da Espera” e depois “Campinas”.
A emancipação de Araranguá aconteceu em 1880. A versão mais popularizada para a origem do nome relata a fusão dos termos “Ararã” (papagaio grande/arara) e “gua” (vale/baixada), significando “Vale das Araras”.
A formação cultura do município é diversificada, com destaque para os descendentes de imigrantes açorianos que chegaram ao Estado no século XVIII, e os imigrantes europeus, principalmente italianos.
Quanto à origem do nome – Morro dos Conventos – existem duas hipóteses: a primeira remonta à possível existência de uma comunidade jesuíta no local, e outra relacionada à formação rochosa, que observada de longe lembra um mosteiro. O balneário possui hotéis e campings equipados com piscinas, quadras de esporte, restaurante e farmácia, garantindo conforto aos visitantes.
Fotos do passeio:





