Espanha - Carmona
Neve
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
terça-feira, 14 de novembro de 2006
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
domingo, 12 de novembro de 2006
sábado, 11 de novembro de 2006
Espanha - Santiago de Compostela
Estamos pouco menos de 71 quilômetros de Santiago, em alguns pontos víamos as setas amarelas que indicam o trajeto aos peregrinos. Ansiedade nos invade. Faltava pouco para o sonho virar realidade. Quando planejamos viajar a intenção inicial era no mês de maio 2006, andar no caminho Frances partindo de Pamplona. Durante meses que antecederam a viagem pesquisamos net, blogs, troquei e-mails com peregrinos tudo sobre o caminho, ate mesmo compramos equipamentos sugeridos. Conversava pelo Messenger com alguns peregrinos que caminhavam em maio de 2006 e, me diziam o seu dia-a-dia. Por volta das 12 horas enxergamos Santiago de Compostela, onde para os peregrinos é o ponto final todavia, pra mim foi o ponto inicial da viagem. Emocionados nos dirigimos para a Catedral de Santiago de Compostela. Chegamos tocamos a coluna central e falamos algumas mensagens depois no altar-mor, onde esta a imagem de Santiago de Compostela comovida abracei o santo por trás segundo manda o costume e, neste momento, vi todo o interior da igreja.O Caminho de Santiago entrou na historia ha doze séculos, quando foram encontrados os restos mortais do apostolo Santiago na cidade de Santiago de Compostela. Depois da crucificação de Cristo, o apóstolo Tiago deixou a Judéia para pregar na Galícia. Poucos anos depois, de volta à Palestina, foi decapitado no ano de 44 por ordem de Herodes. Seu corpo teria então sido levado para a península Ibérica. Segundo a lenda, oito séculos depois, em 813, um ermitão localizou seu túmulo num local indicado por uma chuva de estrelas (o “Campus Stellae”, campo de estrelas, que dá origem a Compostela). O impacto da descoberta na população levou o rei a mandar construir no local uma igreja em homenagem a Santiago. As supostas relíquias do apóstolo se encontram na cripta da atual catedral. A Catedral tem em torno de 23000 metros quadrados.
A primeira construção ocorreu no reinado de Alfonso II, entre os anos 791 e 842 de uma pequena capela que foi aniquilada pelas lutas contra os Mouros e pelos camponeses.A construção da catedral atual começou em 1077, no reinado de Alfonso VII. Visitamos o túmulo do apóstolo Santiago encontra-se sob o altar na parte Leste da catedral. O célebre Pórtico do Mestro Mateo, na entrada Oeste, é apreciado como uma obra-prima da arquitetura. O portal Sul é a exclusiva entrada românica, data do século XI. No século XIV se pronunciou a primeira vez do Ritual do Botafumeiro. As praças em redor da catedral possuem também edifícios de grande beleza e valor arquitetônico. Santiago de Compostela foi popularizada no Brasil pelo escritor Paulo Coelho. E é o ponto de chegada dos milhares de peregrinos que saem da França numa jornada mística, onde também pode se transformar numa grande viagem turística para quem quer conhecer cidade medieval charmosa da Espanha.
Superado o entusiasmo começamos a visitação. A Catedral de Santiago de Compostela situa-se na zona mais ocidental da cidade antiga, rodeada por quatro praças: a) Praça do Obradoiro:- entrada principal da Catedral, b) Praça da Acibecharia, c) Praça das Pratarias uma linda fonte e d) Praça da Quintana.
A frente da catedral chama-se Obradoiro, que significa “trabalho de ourives”. Sua fachada foi adornada artisticamente por pedreiros do século XVIII.
A fachada das Pratarias é a fachada meridional do cruzeiro da Catedral deve seu nome às oficinas de prata que existiam no lugar.Edificada entre 1103 e 1117 com relevos românicos originais.
Das onze colunas inferiores desta fachada, três são de mármore (a central e as extremas) e o resto de granito. Na central aparecem as figuras de doze profetas e nas laterais os apóstolos.
Panteão Real - Parte dentro da Catedral onde se sepultaram reis e personagens do Reino da Galiza. Alguns são: -Raimundo de Borgonha (1107), casado com Dona Urraca, conde da Galiza e pai de Afonso Raimúndez, coroado por Gelmírez rei da Galiza em 1111 e logo rei de Leão e de Castela com o nome de Afonso VII.-Berenguela (1149) casada com Afonso VII.-Fernando II, rei da Galiza e Leão (1118).-Afonso IX de Castela e VIII da Galiza e Leão (1230).-Joana de Castro (1347), esposa de Pedro I de Castela.-Pedro Froilaz, conde de Trava e tutor de Afonso Raimúndez.
Capela-mor:- Suas abóbadas e arcos guardam sinais de cinco fases pictóricas: pinturas medievais, outras renascentistas, pinturas barrocas, tardo-barrocas.
Botafumeiro: é um grande incensário de latão banhado em prata, que pesa 62 kg vazios e mede 1,60 m de altura. E uma das curiosidades mais conhecida pelos peregrinos, é o elemento histórico e popular da Catedral de Santiago de Compostela. Acredita-se que o início da sua utilização, data dos séculos XIII e XIV. Poucas pessoas sabem que o gigantesco incensário que balança na nave durante as missas dos peregrinos e outros atos importantes, tem uma origem humilde e prática. O ultimo foi criado pelo ourives Xosé Losada em 1851. A corda que o suspende, atada do cruzeiro da catedral, é na atualidade de um material sintético, mede 65 metros, tem 5 cm de diâmetro e pesa 90 kg. Antes as cordas eram feitas de cânhamo ou de esparto. Começou a usar o botafumeiro quando a peregrinação a Santiago converteu-se numa verdadeira rota e chegavam milhares de pessoas impregnando a catedral. O seu interior tinha cheiro desagradável pelas roupas suadas dos peregrinos. O incensário tornou-se ao mesmo tempo símbolo sobre toda a purificação espiritual. Para movê-lo são necessários oito homens conhecidos como “tiraboleiros” (lançador de fumo) que se vestem de roxo e são treinados para realizar o manuseio através corda. Os peregrinos ficam admirados com o show. Quando fica desgastado pelo seu uso, é recolhido ao museu catedralício. O mais antigo deles que se conserva, data de 1851 e o outro de 1971, presente da Irmandade de Alféreces Provisionales. A célebre missa do peregrino que tem a cerimônia do botafumeiro é normalmente às 12:00 horas. Linda e emocionante.
Museu catedralício ou Museu da Catedral de Santiago de Compostela Fundado em 1930 esta dentro da catedral, é uma instituição que recebe e mostram distintas obras artísticas e arqueológicas, propriedade da Sé compostelana, que compreendem da época romana até a atualidade.
Museu-Claustro: a entrada e pelo lado meridional da Praça do Obradoiro.
Cripta do Pórtico da Glória: perto da escadaria de ingresso à catedral .
Tesouro e Panteão Real: sua entrada e pelo Museu-Claustro.
Paço de Gelmírez, entrada pelo lado norte da mesma Praça do Obradoiro.
Santiago de Compostela tem um centro histórico interessante e organizado, onde iremos descobrir neste local de peregrinação numa visita a pé. O centro histórico e considerado dês de 1984 como Patrimônio Mundial na lista da UNESCO e desenvolve-se ao redor da Catedral/. As ruas próximas com calçamento de pedra têm inúmeras lojas de lembranças e artesanato local. Tem lendários monumentos, como o Monastério de San Martin Pinario e o Hotel Parador dos Reis Católicos.
Dica: - Pela praça do Obradoiro não existe muito espaço para enxergar completamente o conjunto da Catedral, e isso poderá atrapalhar. Recomendo uma caminhada de 10 minutos em direção ao parque Carvalheira de Santa Suzana, contíguo ao centro histórico, seguindo até o Palácio Del Carmen, antigo convento que você terá uma visão total e imponente da catedral
Espanha - Pontevedra
Continuamos o passeio cruzando por Pontevedra , possui um dos conjuntos históricos e artísticos mais belos da Galícia.
- Santuário da Virgem Peregrina (séc. XVIII) situado na praça “a Peregrina”, cuja igreja foi concebida pelo arquiteto Arturo Souto e José Mier em 1778, sua planta tem a forma de uma vieira (concha);
- Convento de San Francisco do séc. XII;
-Convento de Santa Clara que se supõe pertencer aos Templários, construído no séc. XIV, com cobertura em madeira e abside heptagonal;
-ruínas do Convento de Santo Domingo (sécs. XIV-XV);
- Fonte da Ferrería (sec. XVI);
-Igreja de San Bartolomeu ou Novo dos finais do séc. XVII;
-Igreja Conventual de San Francisco (séc. XIV);
-Museu de Pontevedra fundado em 1927
-Basílica de Santa Maria A Grande,
-Monumento de Castro del Monte de Santa Tecla (La Guardia). Deixando Pontevedra, logo após 1,8 km, ao passar sobre a ponte do Burgo, encontramos a Igreja do antigo Mosteiro Beneditino do Divino Salvador de Lérez, construção dos séculos IX e X
- Santuário da Virgem Peregrina (séc. XVIII) situado na praça “a Peregrina”, cuja igreja foi concebida pelo arquiteto Arturo Souto e José Mier em 1778, sua planta tem a forma de uma vieira (concha);
- Convento de San Francisco do séc. XII;
-Convento de Santa Clara que se supõe pertencer aos Templários, construído no séc. XIV, com cobertura em madeira e abside heptagonal;
-ruínas do Convento de Santo Domingo (sécs. XIV-XV);
- Fonte da Ferrería (sec. XVI);
-Igreja de San Bartolomeu ou Novo dos finais do séc. XVII;
-Igreja Conventual de San Francisco (séc. XIV);
-Museu de Pontevedra fundado em 1927
-Basílica de Santa Maria A Grande,
-Monumento de Castro del Monte de Santa Tecla (La Guardia). Deixando Pontevedra, logo após 1,8 km, ao passar sobre a ponte do Burgo, encontramos a Igreja do antigo Mosteiro Beneditino do Divino Salvador de Lérez, construção dos séculos IX e X
Espanha - Vigo
Seguimos viagem cruzando a região que fica entre o douro-minho. Atravessamos a ponte sob o Rio Minho na fronteira com a Espanha, e entramos na fértil região da Galiza e chegando em Vigo às 11 horas.
Vigo é porto marítimo, com importante atividade pesqueira. Conhecemos alguns lugares de importância que são:
- O Casco Velho: zona antiga onde esta a praça e o mercado de Pedra; -Praça da Constituição que é à entrada do casco velho,
- Concatedral de Santa Maria do século XII, constituída por uma única nave de abside semicircular e uma planta de 20 por 7 metros, - Biblioteca Penzol.
Seguimos pela Alameda e Montero Ríos-Areal uma zona de passeio próxima ao porto desportivo e ao Casco Velho;
- Porta do Sol: onde esta o monumento "o Sireno", do escultor Francisco Leiro;
- San Salvador de Corujo: do século XII igreja monasterial do antigo priorato;
- Santiago de Bembrive: Igreja do século XII; -Museu municipal Quiñones de León;
- Museu de Arte Contemporânea respeitável museu de exposições artísticas;
- Museu do Mar da Galizia.
A praia de Samil é a maior e mais freqüentada por turistas. Tem ainda a Praia de Canido ; - Praia de Vao, as Ilhas Cíes que são o arquipélago que forma parte do Parque nacional das Ilhas Atlânticas.
Vigo é porto marítimo, com importante atividade pesqueira. Conhecemos alguns lugares de importância que são:
- O Casco Velho: zona antiga onde esta a praça e o mercado de Pedra; -Praça da Constituição que é à entrada do casco velho,
- Concatedral de Santa Maria do século XII, constituída por uma única nave de abside semicircular e uma planta de 20 por 7 metros, - Biblioteca Penzol.
Seguimos pela Alameda e Montero Ríos-Areal uma zona de passeio próxima ao porto desportivo e ao Casco Velho;
- Porta do Sol: onde esta o monumento "o Sireno", do escultor Francisco Leiro;
- San Salvador de Corujo: do século XII igreja monasterial do antigo priorato;
- Santiago de Bembrive: Igreja do século XII; -Museu municipal Quiñones de León;
- Museu de Arte Contemporânea respeitável museu de exposições artísticas;
- Museu do Mar da Galizia.
A praia de Samil é a maior e mais freqüentada por turistas. Tem ainda a Praia de Canido ; - Praia de Vao, as Ilhas Cíes que são o arquipélago que forma parte do Parque nacional das Ilhas Atlânticas.
Portugal - Viana Castelo
Saímos de carro da Cidade de Porto às 7 horas da manha em direção ao norte rumo a Santiago de Compostela nos disseram que seria 232 km.,
No caminho vimos os bonitos campos portugueses cultivados de uvas e oliveiras.
Chegamos em Viana do Castelo (Portugal) é uma cidade portuária, visitamos alguns pontos turísticos:
-Chafariz da Praça da Rainha: renascentista de grande riqueza decorativa
-Igreja de Santa Luzia inaugurada em 1898, situada no alto do monte de Santa Luzia, e se enxerga toda região entre o rio Lima e o mar. Na entrada da Igreja está a estátua bronze do Coração de Jesus. No interior, o altar-mor, tem dois anjos. No centro esta o coração de Jesus. Na cúpula tem afrescos que representam via-sacra e a Ascensão de Cristo. Os vitrais das rosáceas são lindos e, tem carrilhão composto de 26 sinos.- -Forte de Santiago da Barra. Esta localizada na margem direita da barra do rio Lima visava defender a povoação.
-Castelo de Portuzelo hoje e considerado imóvel de interesse público;
- Convento de São Francisco do Monte um dos três primeiros conventos da Ordem Franciscana data dos finais do século XIV. Possui um cruzeiro na entrada principal considerado como imóvel de interesse público;
-Elevador de Santa Luzia funicular que liga a cidade à Igreja de Santa Luzia, a viagem custa 2 Euros;
- Ponte Eiffel o projeto é de Gustave Eiffel. Cruza o rio Lima perto da foz, sua arquitetura é de ferro e comprimento de 562 metros. Tem dois pisos, um ferroviário e o superior rodoviário;
-Estaleiros Navais construídos na área portuária; -Prédio Coutinho edificado na segunda metade da década de 1970;
- Biblioteca Municipal localizada no extremo nascente da Praça da Liberdade, na zona ribeirinha.
No caminho vimos os bonitos campos portugueses cultivados de uvas e oliveiras.
Chegamos em Viana do Castelo (Portugal) é uma cidade portuária, visitamos alguns pontos turísticos:
-Chafariz da Praça da Rainha: renascentista de grande riqueza decorativa
-Igreja de Santa Luzia inaugurada em 1898, situada no alto do monte de Santa Luzia, e se enxerga toda região entre o rio Lima e o mar. Na entrada da Igreja está a estátua bronze do Coração de Jesus. No interior, o altar-mor, tem dois anjos. No centro esta o coração de Jesus. Na cúpula tem afrescos que representam via-sacra e a Ascensão de Cristo. Os vitrais das rosáceas são lindos e, tem carrilhão composto de 26 sinos.- -Forte de Santiago da Barra. Esta localizada na margem direita da barra do rio Lima visava defender a povoação.
-Castelo de Portuzelo hoje e considerado imóvel de interesse público;
- Convento de São Francisco do Monte um dos três primeiros conventos da Ordem Franciscana data dos finais do século XIV. Possui um cruzeiro na entrada principal considerado como imóvel de interesse público;
-Elevador de Santa Luzia funicular que liga a cidade à Igreja de Santa Luzia, a viagem custa 2 Euros;
- Ponte Eiffel o projeto é de Gustave Eiffel. Cruza o rio Lima perto da foz, sua arquitetura é de ferro e comprimento de 562 metros. Tem dois pisos, um ferroviário e o superior rodoviário;
-Estaleiros Navais construídos na área portuária; -Prédio Coutinho edificado na segunda metade da década de 1970;
- Biblioteca Municipal localizada no extremo nascente da Praça da Liberdade, na zona ribeirinha.
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
Portugal - Sintra
Vamos conhecer a pequena cidade de Sintra que tem 23 mil habitantes e, no auge era o local preferido de veraneio dos reis portugueses.
O centro histórico da vila romântica é repleto de colinas, cheio de agradáveis restaurantes e vielas estreitas com um colorido se espalha por toda a cidade, inclusive nos telhados e, os edifícios guardam vestígios de várias épocas e movimentos culturais. É listado pela UNESCO como patrimônio
Aqui encontramos o Palácio Nacional de Sintra, que chama a atenção por suas enormes chaminés gêmeas e, é considerado a mais importante construção áulico-realenga de Portugal. O Palácio também traz histórias macabras, como a do rei Afonso VI que viveu durante nove anos preso em um dos cômodos enquanto seu irmão Dom Pedro lhe roubava o trono e a esposa, alegando que Afonso VI era louco. Hoje em dia paira a dúvida se Afonso VI era realmente louco. Seja como for, as grades na janela continuam no mesmo lugar e podem ser vistas pelo turista.
O Palácio Nacional da Pena fica no alto da Serra de Sintra cujo acesso é feito de carro até uma etapa e o restante do percurso em um ônibus da empresa privada que toma conta do local. Em estilo romântico português e de grande importância histórica, abriga hoje em dia concertos de música clássica e exposições. Foi construído no século XIX para Ferdinando, rei consorte de Maria II, é conhecido simplesmente por Palácio da Pena, representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitetônico do século XIX no mundo. Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta é intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo.O Palácio divide-se em quatro áreas principais: -A couraça e muralhas envolventes com duas portas, uma das quais provida de ponte levadiça; - O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente aliado e com a Torre do Relógio; -o Pátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos; e a zona palaciana com o seu baluarte cilíndrico de grande porte, e interior decorado em estilo catedral, segundo preceitos em voga e motivando intervenções decorativas importantes ao nível do mobiliário e ornamentação em geral. Do Palácio, se tem uma vista do parque de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo o Parque da Pena. É possível fazer percursos e passeios no parque onde se vê pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes, pequenas casas onde se alojavam guardas e demais criadagem, estufas e viveiros com camélias, rododentros, rosas, de cepas invulgares e muito raras, esculturas, como o guerreiro que se avista do Palácio.
Subindo um caminho labiríntico que corre pelo interior da serra e leva-se em média 40 minutos de caminhada entre os bosques de Sintra se chega ao Castelo dos Mouros que está sobre dois cumes da Serra de Sintra e, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até o oceano Atlântico. Conquistado definitivamente, depois de várias tentativas, por D. Afonso Henriques, em 1147, ali foi construída a primeira capela cristã do Conselho, dedicada a São Pedro. A muralha apresenta cinco torres: quatro de planta retangular e uma de planta circular encimadas por merlões piramidais, já sem vestígio dos dois pisos e do sistema de cobertura primitivos. A torre na cota mais elevada do terreno, conhecida também por Torre Real, é acedida através de uma escadaria de 500 degraus. No período islâmico constitui na alcova. No período cristão consta que lá terá vivido Bernardim Ribeiro, escritor português do século XVI. . No interior do castelo, próximo ao Portão de Armas, ergue-se uma igreja devotada a São Pedro, a Igreja de São Pedro de Canaferrim. Remonta ao século XII, Contígua à Igreja de São Pedro de Penaferim está uma cisterna de grande capacidade, que remonta ao período islâmico
A curta distância do centro histórico de Sintra esta o Palácio da Regaleira que é o edifício principal e ou o nome comum da Quinta da Regaleira e, seus prédios são caracterizados pelo estilo mourisco. Os riquíssimos azulejos dos séculos XVI-XVII pintados à mão estão presentes em quase todas as paredes. É rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitetura românica, gótica, renascentista e manuelina.
Tanto o Palácio e Quinta da Regaleira são formados por jardins, poços, torres, lagos, estátuas e grutas, considerados pelos portugueses componentes de um percurso alquímico e sagrado.
Próximo e num terreno acidentado esta o Palácio de Seteais o elegante palácio cor-de-rosa, hoje um hotel de luxo e restaurante da Sociedade Hotel Tivoli, foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester. Tem arquitetura neoclássica sua entrada tem frontões triangulares, janelas de guilhotina e uma escada de dois braços que se desenvolve para o interior no sentido da fachada secundária
O centro histórico da vila romântica é repleto de colinas, cheio de agradáveis restaurantes e vielas estreitas com um colorido se espalha por toda a cidade, inclusive nos telhados e, os edifícios guardam vestígios de várias épocas e movimentos culturais. É listado pela UNESCO como patrimônio
Aqui encontramos o Palácio Nacional de Sintra, que chama a atenção por suas enormes chaminés gêmeas e, é considerado a mais importante construção áulico-realenga de Portugal. O Palácio também traz histórias macabras, como a do rei Afonso VI que viveu durante nove anos preso em um dos cômodos enquanto seu irmão Dom Pedro lhe roubava o trono e a esposa, alegando que Afonso VI era louco. Hoje em dia paira a dúvida se Afonso VI era realmente louco. Seja como for, as grades na janela continuam no mesmo lugar e podem ser vistas pelo turista.
O Palácio Nacional da Pena fica no alto da Serra de Sintra cujo acesso é feito de carro até uma etapa e o restante do percurso em um ônibus da empresa privada que toma conta do local. Em estilo romântico português e de grande importância histórica, abriga hoje em dia concertos de música clássica e exposições. Foi construído no século XIX para Ferdinando, rei consorte de Maria II, é conhecido simplesmente por Palácio da Pena, representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitetônico do século XIX no mundo. Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta é intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo.O Palácio divide-se em quatro áreas principais: -A couraça e muralhas envolventes com duas portas, uma das quais provida de ponte levadiça; - O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente aliado e com a Torre do Relógio; -o Pátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos; e a zona palaciana com o seu baluarte cilíndrico de grande porte, e interior decorado em estilo catedral, segundo preceitos em voga e motivando intervenções decorativas importantes ao nível do mobiliário e ornamentação em geral. Do Palácio, se tem uma vista do parque de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo o Parque da Pena. É possível fazer percursos e passeios no parque onde se vê pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes, pequenas casas onde se alojavam guardas e demais criadagem, estufas e viveiros com camélias, rododentros, rosas, de cepas invulgares e muito raras, esculturas, como o guerreiro que se avista do Palácio.
Subindo um caminho labiríntico que corre pelo interior da serra e leva-se em média 40 minutos de caminhada entre os bosques de Sintra se chega ao Castelo dos Mouros que está sobre dois cumes da Serra de Sintra e, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até o oceano Atlântico. Conquistado definitivamente, depois de várias tentativas, por D. Afonso Henriques, em 1147, ali foi construída a primeira capela cristã do Conselho, dedicada a São Pedro. A muralha apresenta cinco torres: quatro de planta retangular e uma de planta circular encimadas por merlões piramidais, já sem vestígio dos dois pisos e do sistema de cobertura primitivos. A torre na cota mais elevada do terreno, conhecida também por Torre Real, é acedida através de uma escadaria de 500 degraus. No período islâmico constitui na alcova. No período cristão consta que lá terá vivido Bernardim Ribeiro, escritor português do século XVI. . No interior do castelo, próximo ao Portão de Armas, ergue-se uma igreja devotada a São Pedro, a Igreja de São Pedro de Canaferrim. Remonta ao século XII, Contígua à Igreja de São Pedro de Penaferim está uma cisterna de grande capacidade, que remonta ao período islâmico
A curta distância do centro histórico de Sintra esta o Palácio da Regaleira que é o edifício principal e ou o nome comum da Quinta da Regaleira e, seus prédios são caracterizados pelo estilo mourisco. Os riquíssimos azulejos dos séculos XVI-XVII pintados à mão estão presentes em quase todas as paredes. É rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitetura românica, gótica, renascentista e manuelina.
Tanto o Palácio e Quinta da Regaleira são formados por jardins, poços, torres, lagos, estátuas e grutas, considerados pelos portugueses componentes de um percurso alquímico e sagrado.
Próximo e num terreno acidentado esta o Palácio de Seteais o elegante palácio cor-de-rosa, hoje um hotel de luxo e restaurante da Sociedade Hotel Tivoli, foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester. Tem arquitetura neoclássica sua entrada tem frontões triangulares, janelas de guilhotina e uma escada de dois braços que se desenvolve para o interior no sentido da fachada secundária
terça-feira, 7 de novembro de 2006
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
sábado, 4 de novembro de 2006
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
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terça-feira, 31 de outubro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
domingo, 29 de outubro de 2006
sábado, 28 de outubro de 2006
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