Vamos conhecer a pequena cidade de Sintra que tem 23 mil habitantes e, no auge era o local preferido de veraneio dos reis portugueses.
O centro histórico da vila romântica é repleto de colinas, cheio de agradáveis restaurantes e vielas estreitas com um colorido se espalha por toda a cidade, inclusive nos telhados e, os edifícios guardam vestígios de várias épocas e movimentos culturais. É listado pela UNESCO como patrimônio
Aqui encontramos o Palácio Nacional de Sintra, que chama a atenção por suas enormes chaminés gêmeas e, é considerado a mais importante construção áulico-realenga de Portugal. O Palácio também traz histórias macabras, como a do rei Afonso VI que viveu durante nove anos preso em um dos cômodos enquanto seu irmão Dom Pedro lhe roubava o trono e a esposa, alegando que Afonso VI era louco. Hoje em dia paira a dúvida se Afonso VI era realmente louco. Seja como for, as grades na janela continuam no mesmo lugar e podem ser vistas pelo turista.
O Palácio Nacional da Pena fica no alto da Serra de Sintra cujo acesso é feito de carro até uma etapa e o restante do percurso em um ônibus da empresa privada que toma conta do local. Em estilo romântico português e de grande importância histórica, abriga hoje em dia concertos de música clássica e exposições. Foi construído no século XIX para Ferdinando, rei consorte de Maria II, é conhecido simplesmente por Palácio da Pena, representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitetônico do século XIX no mundo. Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta é intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo.O Palácio divide-se em quatro áreas principais: -A couraça e muralhas envolventes com duas portas, uma das quais provida de ponte levadiça; - O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente aliado e com a Torre do Relógio; -o Pátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos; e a zona palaciana com o seu baluarte cilíndrico de grande porte, e interior decorado em estilo catedral, segundo preceitos em voga e motivando intervenções decorativas importantes ao nível do mobiliário e ornamentação em geral. Do Palácio, se tem uma vista do parque de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo o Parque da Pena. É possível fazer percursos e passeios no parque onde se vê pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes, pequenas casas onde se alojavam guardas e demais criadagem, estufas e viveiros com camélias, rododentros, rosas, de cepas invulgares e muito raras, esculturas, como o guerreiro que se avista do Palácio.
Subindo um caminho labiríntico que corre pelo interior da serra e leva-se em média 40 minutos de caminhada entre os bosques de Sintra se chega ao Castelo dos Mouros que está sobre dois cumes da Serra de Sintra e, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até o oceano Atlântico. Conquistado definitivamente, depois de várias tentativas, por D. Afonso Henriques, em 1147, ali foi construída a primeira capela cristã do Conselho, dedicada a São Pedro. A muralha apresenta cinco torres: quatro de planta retangular e uma de planta circular encimadas por merlões piramidais, já sem vestígio dos dois pisos e do sistema de cobertura primitivos. A torre na cota mais elevada do terreno, conhecida também por Torre Real, é acedida através de uma escadaria de 500 degraus. No período islâmico constitui na alcova. No período cristão consta que lá terá vivido Bernardim Ribeiro, escritor português do século XVI. . No interior do castelo, próximo ao Portão de Armas, ergue-se uma igreja devotada a São Pedro, a Igreja de São Pedro de Canaferrim. Remonta ao século XII, Contígua à Igreja de São Pedro de Penaferim está uma cisterna de grande capacidade, que remonta ao período islâmico
A curta distância do centro histórico de Sintra esta o Palácio da Regaleira que é o edifício principal e ou o nome comum da Quinta da Regaleira e, seus prédios são caracterizados pelo estilo mourisco. Os riquíssimos azulejos dos séculos XVI-XVII pintados à mão estão presentes em quase todas as paredes. É rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitetura românica, gótica, renascentista e manuelina.
Tanto o Palácio e Quinta da Regaleira são formados por jardins, poços, torres, lagos, estátuas e grutas, considerados pelos portugueses componentes de um percurso alquímico e sagrado.
Próximo e num terreno acidentado esta o Palácio de Seteais o elegante palácio cor-de-rosa, hoje um hotel de luxo e restaurante da Sociedade Hotel Tivoli, foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester. Tem arquitetura neoclássica sua entrada tem frontões triangulares, janelas de guilhotina e uma escada de dois braços que se desenvolve para o interior no sentido da fachada secundária
O centro histórico da vila romântica é repleto de colinas, cheio de agradáveis restaurantes e vielas estreitas com um colorido se espalha por toda a cidade, inclusive nos telhados e, os edifícios guardam vestígios de várias épocas e movimentos culturais. É listado pela UNESCO como patrimônio
Aqui encontramos o Palácio Nacional de Sintra, que chama a atenção por suas enormes chaminés gêmeas e, é considerado a mais importante construção áulico-realenga de Portugal. O Palácio também traz histórias macabras, como a do rei Afonso VI que viveu durante nove anos preso em um dos cômodos enquanto seu irmão Dom Pedro lhe roubava o trono e a esposa, alegando que Afonso VI era louco. Hoje em dia paira a dúvida se Afonso VI era realmente louco. Seja como for, as grades na janela continuam no mesmo lugar e podem ser vistas pelo turista.
O Palácio Nacional da Pena fica no alto da Serra de Sintra cujo acesso é feito de carro até uma etapa e o restante do percurso em um ônibus da empresa privada que toma conta do local. Em estilo romântico português e de grande importância histórica, abriga hoje em dia concertos de música clássica e exposições. Foi construído no século XIX para Ferdinando, rei consorte de Maria II, é conhecido simplesmente por Palácio da Pena, representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitetônico do século XIX no mundo. Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta é intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo.O Palácio divide-se em quatro áreas principais: -A couraça e muralhas envolventes com duas portas, uma das quais provida de ponte levadiça; - O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente aliado e com a Torre do Relógio; -o Pátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos; e a zona palaciana com o seu baluarte cilíndrico de grande porte, e interior decorado em estilo catedral, segundo preceitos em voga e motivando intervenções decorativas importantes ao nível do mobiliário e ornamentação em geral. Do Palácio, se tem uma vista do parque de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo o Parque da Pena. É possível fazer percursos e passeios no parque onde se vê pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes, pequenas casas onde se alojavam guardas e demais criadagem, estufas e viveiros com camélias, rododentros, rosas, de cepas invulgares e muito raras, esculturas, como o guerreiro que se avista do Palácio.
Subindo um caminho labiríntico que corre pelo interior da serra e leva-se em média 40 minutos de caminhada entre os bosques de Sintra se chega ao Castelo dos Mouros que está sobre dois cumes da Serra de Sintra e, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até o oceano Atlântico. Conquistado definitivamente, depois de várias tentativas, por D. Afonso Henriques, em 1147, ali foi construída a primeira capela cristã do Conselho, dedicada a São Pedro. A muralha apresenta cinco torres: quatro de planta retangular e uma de planta circular encimadas por merlões piramidais, já sem vestígio dos dois pisos e do sistema de cobertura primitivos. A torre na cota mais elevada do terreno, conhecida também por Torre Real, é acedida através de uma escadaria de 500 degraus. No período islâmico constitui na alcova. No período cristão consta que lá terá vivido Bernardim Ribeiro, escritor português do século XVI. . No interior do castelo, próximo ao Portão de Armas, ergue-se uma igreja devotada a São Pedro, a Igreja de São Pedro de Canaferrim. Remonta ao século XII, Contígua à Igreja de São Pedro de Penaferim está uma cisterna de grande capacidade, que remonta ao período islâmico
A curta distância do centro histórico de Sintra esta o Palácio da Regaleira que é o edifício principal e ou o nome comum da Quinta da Regaleira e, seus prédios são caracterizados pelo estilo mourisco. Os riquíssimos azulejos dos séculos XVI-XVII pintados à mão estão presentes em quase todas as paredes. É rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitetura românica, gótica, renascentista e manuelina.
Tanto o Palácio e Quinta da Regaleira são formados por jardins, poços, torres, lagos, estátuas e grutas, considerados pelos portugueses componentes de um percurso alquímico e sagrado.
Próximo e num terreno acidentado esta o Palácio de Seteais o elegante palácio cor-de-rosa, hoje um hotel de luxo e restaurante da Sociedade Hotel Tivoli, foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester. Tem arquitetura neoclássica sua entrada tem frontões triangulares, janelas de guilhotina e uma escada de dois braços que se desenvolve para o interior no sentido da fachada secundária

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