Neve
terça-feira, 31 de outubro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
domingo, 29 de outubro de 2006
sábado, 28 de outubro de 2006
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
quinta-feira, 26 de outubro de 2006
Inglaterra - Stonehenge
Adoro assistir os documentários da National Geografic e da History Channel. No domingo, 01 de junho , estreou na National Geografic as 20 horas o especial sobre a cidade perdida de Stonehenge. Foi interessante porque deu-nos uma outra perspectiva dos fatos até então conhecidos sobre Stonehenge , um monumento megalítico da Idade do Bronze, localizado no sul da Inglaterra na planície de Salisbury, próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire e, se constituí de círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e pesa quase cinqüenta toneladas. Muito vinha se indagando sobre as finalidades daquela estrutura, alguns acreditam que foi projetado para permitir a observação de fenômenos astronômicos , nomeadamente os solstícios do Verão e do Inverno, eclipses. Associava-se a personagens tão variados como Merlin, o mago do rei Arthur, os druidas e Apolo, o deus do sol. O arqueólogo britânico Mike Parker, mostra neste documentário sua teoria. Acredita ele que encontrou o verdadeiro significado de Stonehenge, descrevendo com detalhes que este antigo monumento é o centro de um dos maiores complexos religiosos pré-históricos do mundo. A poucos quilômetros de Stonehenge, foram encontrados vestígios que existiu ali um assentamento há 4.500 anos, tendo no mínimo 300 casas, sendo o maior da Idade da Pedra no norte da Europa. No centro encontrarão ruínas de um misterioso segundo círculo. As escavações e os testes de carbono revelaram que esse monumento perdido era, na verdade, uma réplica aproximada de Stonehenge, mas feito de madeira, e que os dois círculos foram erguidos ao mesmo tempo. Com esta investigação encontraram uma avenida com 30 metros de largura feita de sílex prensado, saindo do segundo círculo de madeira de Durrington Walls. é a única via desse tipo encontrada na Inglaterra, e segue diretamente para o rio Avon, localizado nas proximidades. Também teve outras descobertas impressionantes. Fossas cheias de ossos de animais dão pistas sobre a vida do antigo povo que construiu Stonehenge. Escavações para pilares encontradas numa colina acima do rio podem fornecer novas idéias sobre a forma como eles tratavam os mortos e o papel que o grande círculo de pedra tinha nos rituais. Acredita com estes estudos que Stonehenge foi construído para os ancestrais, que era um monumento de pedra para abrigar os espíritos dos mortos. As novas escavações revelam que ele era ligado por grandes avenidas, destinadas a procissões, a outro grande círculo, construído em madeira que representaria o mundo dos vivos. Nos dias mais longos e mais curtos do ano, ambos os monumentos se alinham de modo incrível no nascer e no pôr-do-sol. Stonehenge teve três períodos: O chamado Período I (c. 3100 a.C.), quando o monumento não passava de uma simples vala circular com 97,54 metros de diâmetro, dispondo de uma única entrada. Internamente erguia-se um banco de pedras e um santuário de madeira. Cinquenta e seis furos externos ao seu perímetro continham restos humanos cremados. O círculo estava alinhado com o pôr do Sol do último dia do Inverno, e com as fases da Lua. Durante o chamado Período II (c. 2150 a.C.) deu-se a realocação do santuário de madeira, a construção de dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a ereção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales a cerca de 24 quilômetros ao Norte. No chamado Período III (c. 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e pedras de grandes dimensões (megálitos) - ainda no local - foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte por 19 quilômetros. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezenove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo.
quarta-feira, 25 de outubro de 2006
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Inglaterra - Londres
Começamos nosso passeio pela Regent Street , com os seus edifícios imperiais e lojas bem apresentadas é uma das principais ruas comerciais de West End , bem conhecida dos turistas e londrinos iguais, e famosa por suas iluminações de Natal. A rua foi concluída em 1825 e foi um dos primeiros exemplos de planejamento urbano Perambulamos sem pressa conhecendo em detalhes a rua onde na parte superior próximo a Broadcasting House está a igreja Todas as almas tendo um pórtico circular encimado por uma torre de pedra, foi concluída em 1823 e consagrada em 1824. Avançando esta a loja de varejo e a maior da Apple em todo o mundo loja de varejo. No numero 103 -113 esta a Austin Reed que tem um átrio em seu centro, habitação elevadores de vidro que permite ver em todos os andares. O piso inferior vende roupas femininas e casas de Austin também, uma gama completa de cabelo, tratamentos corporais e faciais para homens e mulheres.
Ainda na Regent Street esta a Broadcasting House sede da BBC cuja entrada é em frente Langham Place, marcando . Várias estações de rádio nacionais a partir de 1930 este edifício Art Deco. O exterior, construída de pedra de Portland , apresenta uma escultura de Eric Gill sobre a entrada da frente.Uma pausa no número 68 o Café Royal inaugurado em 1865
Aproximando da Oxford Circus esta a Hamleys loja de brinquedos com seis andares e esta nesta rua desde 1906. Até a década de 1990 era a maior do mundo de brinquedos
Chegamos à Oxford Circus e, daí, para ambos os lados encontra-se a Oxford Street é a rua comercial mais movimentada de toda a Europa.Seguindo pelo lado direito vão ter à zona de lojas mais baratas mas também de menos qualidade da Oxford Street, mas se forem para a esquerda irão passar pelas famosas lojas de departamento tipo El Corte Inglês. Seu nome é derivado da rodovia que liga Londres a Oxford e, é parte da rodovia A40. Ao fundo da rua esta o Centre Point um imponente prédio de escritórios situado no endereço 101-103. O prédio mede 117 m (385 pés) de altura, tem 32 andares foi um dos primeiros arranha-céus da cidade .
Avançamos até chegar à margem Norte do Tamisa onde está a O Palácio Real e Fortaleza de Sua Majestade e a Torre de Londres, mais comumente chamada como Tower of London . O ingresso custa 17.00 libras. Sua função era residencial até meados do século XVII e, até hoje, possui o papel de abrigar os monarcas que serão coroados. Mas a sua função variou com o passar dos séculos, desde palácio para Sede da Casa da Moeda a Mostra dos Animais do Reino. Também serviu como local de execução e tortura. Este último uso levou à frase "sent to the Tower" (mandado para a Torre), que significava ser aprisionado.É também na Torre de Londres que as jóias da coroa britânica, ficam guardadas em uma câmera subterrânea. A construção da Torre de Londres foi iniciada em 1078 no leito do rio Tamisa, por Guilherme o Conquistador sendo inicialmente uma fortificação nos limites da cidade romana rodeando a Torre Branca, primeiro membro dos sete hectares que completam a Torre de Londres. Todo o ambiente é repleto de história e influenciado pela sua própria estrutura física. Como exemplo disso temos os assassinatos dos príncipes filhos de Eduardo IV na Torre Sangrenta que recebeu tal nome pela história que atormenta suas paredes.Menos valiosa mas igualmente curiosa é a colônia de corvos que habita a Torre e é protegida por decreto real.Segundo a lenda, o império ruirá no dia em que as aves pretas deixarem o lugar.
Entre o rio e a Torre fica o Cais da Torre e um caminho exclusivo para pedestre com excelentes vistas do rio, da Torre e da ponte, juntamente com o navio-museu HMS Belfast e a Câmara Municipal de Londres na margem oposta.
Próximo da esta Tower Bridge ou Ponte da Torre construída sobre o rio Tamisa, inaugurada em 1894. Esta ponte ainda tem grande importância para o tráfego londrino, fazendo parte de um dos mais importantes corredores de tráfego da cidade, o London Inner Ring. Suas passarelas foram fechadas, e abrigam a Tower Bridge Experience, uma exposição permanente sobre a história da ponte.Suas básculas hoje usam sistema eletrônico porém o antigo mecanismo ainda pode ser visto, na antiga sala de máquinas da ponte.
Às 16 horas nos encontramos com a Zilda e com o tradicional ônibus de dois andares vermelho seguimos para o bairro de Notting hill que é muito charmosos e típico. Tem muitas casas estilo vitoriano
O bairro é repleto de livrarias, galerias de arte e cafés, esse pedacinho de Londres em 1999 tornou-se mundialmente conhecidos e ganhou fama quando serviu de cenário para o filme Um Lugar Chamado Notting Hill estrelado por Julia Roberts e Hugh Grant. Na ficção, a feira da Portobello Road virou pano de fundo para as andanças do personagem de Grant, que morava e trabalhava no bairro.
Assim, estamos aqui para conhecer a livraria e a casa azul que serviu de cenário para o filme
Mas a principal atração de Notting Hill é o fabuloso mercado de Portobello que através da Portobello Road atravessa todo o bairro. Semanalmente aos Sábados o bairro enche-se de gente que procura no mercado comprar de tudo um pouco.
E, desde 1996 realiza-se o Notting Hill Carnival no mês de Agosto durante dois dias, a grande avenida Ladbroke Grove normalmente é pequena para acolher todos os participantes do desfile. A Westbourne Grove é uma rua perpendicular à Portobello Road onde se concentram os restaurantes de Notting Hill.
Ainda na Regent Street esta a Broadcasting House sede da BBC cuja entrada é em frente Langham Place, marcando . Várias estações de rádio nacionais a partir de 1930 este edifício Art Deco. O exterior, construída de pedra de Portland , apresenta uma escultura de Eric Gill sobre a entrada da frente.Uma pausa no número 68 o Café Royal inaugurado em 1865
Aproximando da Oxford Circus esta a Hamleys loja de brinquedos com seis andares e esta nesta rua desde 1906. Até a década de 1990 era a maior do mundo de brinquedos
Chegamos à Oxford Circus e, daí, para ambos os lados encontra-se a Oxford Street é a rua comercial mais movimentada de toda a Europa.Seguindo pelo lado direito vão ter à zona de lojas mais baratas mas também de menos qualidade da Oxford Street, mas se forem para a esquerda irão passar pelas famosas lojas de departamento tipo El Corte Inglês. Seu nome é derivado da rodovia que liga Londres a Oxford e, é parte da rodovia A40. Ao fundo da rua esta o Centre Point um imponente prédio de escritórios situado no endereço 101-103. O prédio mede 117 m (385 pés) de altura, tem 32 andares foi um dos primeiros arranha-céus da cidade .
Avançamos até chegar à margem Norte do Tamisa onde está a O Palácio Real e Fortaleza de Sua Majestade e a Torre de Londres, mais comumente chamada como Tower of London . O ingresso custa 17.00 libras. Sua função era residencial até meados do século XVII e, até hoje, possui o papel de abrigar os monarcas que serão coroados. Mas a sua função variou com o passar dos séculos, desde palácio para Sede da Casa da Moeda a Mostra dos Animais do Reino. Também serviu como local de execução e tortura. Este último uso levou à frase "sent to the Tower" (mandado para a Torre), que significava ser aprisionado.É também na Torre de Londres que as jóias da coroa britânica, ficam guardadas em uma câmera subterrânea. A construção da Torre de Londres foi iniciada em 1078 no leito do rio Tamisa, por Guilherme o Conquistador sendo inicialmente uma fortificação nos limites da cidade romana rodeando a Torre Branca, primeiro membro dos sete hectares que completam a Torre de Londres. Todo o ambiente é repleto de história e influenciado pela sua própria estrutura física. Como exemplo disso temos os assassinatos dos príncipes filhos de Eduardo IV na Torre Sangrenta que recebeu tal nome pela história que atormenta suas paredes.Menos valiosa mas igualmente curiosa é a colônia de corvos que habita a Torre e é protegida por decreto real.Segundo a lenda, o império ruirá no dia em que as aves pretas deixarem o lugar.
Entre o rio e a Torre fica o Cais da Torre e um caminho exclusivo para pedestre com excelentes vistas do rio, da Torre e da ponte, juntamente com o navio-museu HMS Belfast e a Câmara Municipal de Londres na margem oposta.
Próximo da esta Tower Bridge ou Ponte da Torre construída sobre o rio Tamisa, inaugurada em 1894. Esta ponte ainda tem grande importância para o tráfego londrino, fazendo parte de um dos mais importantes corredores de tráfego da cidade, o London Inner Ring. Suas passarelas foram fechadas, e abrigam a Tower Bridge Experience, uma exposição permanente sobre a história da ponte.Suas básculas hoje usam sistema eletrônico porém o antigo mecanismo ainda pode ser visto, na antiga sala de máquinas da ponte.
Às 16 horas nos encontramos com a Zilda e com o tradicional ônibus de dois andares vermelho seguimos para o bairro de Notting hill que é muito charmosos e típico. Tem muitas casas estilo vitoriano
O bairro é repleto de livrarias, galerias de arte e cafés, esse pedacinho de Londres em 1999 tornou-se mundialmente conhecidos e ganhou fama quando serviu de cenário para o filme Um Lugar Chamado Notting Hill estrelado por Julia Roberts e Hugh Grant. Na ficção, a feira da Portobello Road virou pano de fundo para as andanças do personagem de Grant, que morava e trabalhava no bairro.
Assim, estamos aqui para conhecer a livraria e a casa azul que serviu de cenário para o filme
Mas a principal atração de Notting Hill é o fabuloso mercado de Portobello que através da Portobello Road atravessa todo o bairro. Semanalmente aos Sábados o bairro enche-se de gente que procura no mercado comprar de tudo um pouco.
E, desde 1996 realiza-se o Notting Hill Carnival no mês de Agosto durante dois dias, a grande avenida Ladbroke Grove normalmente é pequena para acolher todos os participantes do desfile. A Westbourne Grove é uma rua perpendicular à Portobello Road onde se concentram os restaurantes de Notting Hill.
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
Inglaterra- Londres
Começamos hoje pela Praça da Trafalgar Square que no centro tem a enorme coluna de Nelson e no topo foi colocada uma estátua do almirante Nelson, vencedor da Batalha de Trafalgar (1805) uma vitória da Marinha Real Britânica nas Guerras Napoleônicas.
Adjacente esta o monumental edifício impressionantes colunas e pórticos italianos da Galeria Nacional de Londres vale a pena uma visita demorada é um museu público e as visitas ao acervo são gratuitas. Foi fundada em 1824, é um dos mais importantes museus da Europa e um dos mais conhecidos do mundo, abriga uma preciosa coleção de mais de 2.300 pinturas, que datam desde a metade do século XIII até o início do século XX. Ainda o acervo contém algumas das obras mais importantes, raras e emblemáticas da História da Arte, de artistas como Leonardo da Vinci, Botticelli, Caravaggio, Rembrandt, Jan van Eyck, Rubens, Vermeer, Thomas Gainsborough, Turner, Renoir, Monet, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Gauguin, Degas, Manet, Berthe Morisot e Picasso.
Avançando a direita chegamos à Leicester Square ou Praça Leicester reservada apenas para pedestres, foi projetada em 1670 ao Sul de uma antiga casa real, conhecida como Leicester House. Já teve grande popularidade quando foi freqüentada por celebridades como o cientista Isaac Newton ou o artista Hogarth. Esta zona tem muitos quiosques que vendem entradas de teatro pela metade do preço cinemas. É uma zona bem badalada contando cinemas e, a maioria das estréias cinematográficas de Londres ocorrem nessa zona. Tem bares e discotecas conhecidas como Hippodrome, Equinox e Maximus. Ali também está uma estátua de Charlie Chaplin , bustos de Sir Isaac Newton, William Hogarth e de Joshua Reynolds
Subindo a Leicester Square e virando no topo à esquerda chegamos à famosa Praça do Piccadilly Circus e na sua construção original era em formato circular, lembrando um picadeiro, hoje a construção dos edifícios modificaram sua forma. Ali está os famosos edifícios com publicidades neon gigantes da Coca Cola, da Samsung e outras marcas.Afinal, todos conhecem seus painéis luminosos que são a sua marca registrada e já foram vistos em uma infinidade de ocasiões, seja em filmes, marcas, fotografias. No centro há uma estatua em homenagem ao autor Shaftesbur. Rodeada por muitos edifícios, lojas de todos os tipos e grifes e restaurantes incluindo a famosa estátua de Eros, a mascote de Londres e uma fonte onde a juventude londrina adora se reunir. É uma das zonas mais movimentadas da capital britânica. Ali também se cruzam as ruas Regent Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly e a Haymarket.
Apressamos o passo porque queremos assistir a cerimônia de troca de guarda no Palácio de Buckingham assim, atravessamos o mais antigo e bonito parque o St. James's Park , chamado em português Parque de São Tiago, um dos parques Reais de Londres que possui cerca de vinte e três hectares e, ao fundo esta o Palácio de Buckingham residência oficial da monarquia britânica , residência da rainha Isabel II e do Príncipe Filipe. O edifício é também a residência londrina de André, Duque de York e dos Condes de Wessex, Eduardo e Sofia. Aloja também os gabinetes da Casa Real e é o local de trabalho de 450 pessoas e base de todas as visitas oficiais de chefes de estado ao Reino Unido. É um dos principais símbolos britânicos. O interior do palácio só pode ser visitado nos dois meses de verão. Além de ser a residência da monarquia britânica, é também uma galeria de arte. O palácio tem dezenove Salas de Estado, cinqüenta e dois quartos de dormir principais, cento e oitenta e oito quartos para o pessoal, noventa e dois gabinetes e setenta e oito casas de banho. Atrás do Palácio estão o vasto jardim semelhante a um parque, tem um lago, é o maior jardim privado de Londres. Neste jardim que a rainha realiza anualmente as festas de verão.
O átrio do Palácio de Buckingham é usado para o "Render da Guarda" também conhecido como "Troca da Guarda", uma importante cerimônia que é usada como atração turística é realizada diariamente durante os meses de Verão e; em dias alternados durante o Inverno.
Evidente que não deixamos de presenciar a troca de guarda que é um cartão-postal vivo da capital britânica e, afirmo que a cerimônia é empolgante, emocionante e excitante afinal é uma unidade militar de elite da Grã-Bretanha.
A cerimônia começou as 11h30minh e, a troca da guarda se dá defronte ao Palácio de Buckingham, a tropa de gala vem acompanhada pela banda do regimento e pelos olhares curiosos de centenas de turistas.
No final do cerimonial a infantaria e cavalaria acompanhado pela multidão sai desfilando pela Alameda conhecida como The Mall cuja via é usada para as cavalgadas e desfiles de automóveis de todos os chefes de estados em visita, e também pela família real em ocasiões de estado, como a anual Abertura Estatal do Parlamento e o "Trooping the Colour" .
Defronte ao Palácio de Buckingham e, no centro dos Jardins da Rainha, tem um grande memorial à rainha Vitória, erguido em 1911 pelo escultor Sir Thomas Brock com 2300 toneladas de mármore branco, constitui-se de uma grande estátua da Rainha Vitória. Os outros lados do monumento destacam-se estátuas de bronze do Anjo de Justiça e o Anjo da Verdade e a "Caridade". Sobre o pináculo, Vitória está sentada com dois números. Os números foram dotados pelo povo da Nova Zelândia.
Na redondezas está o Arco do Almirantado (Admiralty Arch) um grande prédio de arcada para dar acesso aos automóveis e pedestres entre o The Mall e a Trafalgar Square . Na parede interior do arco tem uma protrusão com tamanho e forma de um nariz humano em honra do Duque de Wellington. Foi construído pelo Rei Eduardo VII do Reino Unido, em memória de sua mãe Rainha Vitória. Tem a seguinte inscrição na parte superior. ANNO : DECIMO : EDWARDI : SEPTIMI : REGIS : VICTORIÆ : REGINÆ : CIVES : GRATISSIMI : MDCCCCX :(No décimo ano do Rei Eduardo VII, a Rainha Vitória,é grato da maior parte dos cidadãos, 1910)
Seguimos pela rua Pall Mall achamos o Palácio de St. James um dos mais antigos palácios construído com tijolos avermelhados, em volta de quatro pátios: a sua portaria sobrevive na face Norte, flanqueada por torretas poligonais no ano de 1530 por Henrique VIII, no terreno do antigo hospital para leprosos. Ainda funciona como palácio da Corte Real e faz parte de um complexo de edifícios que acolhem gabinetes da corte e apartamentos dos oficiais e, é a residência da Princesa Ana e da Princesa Alexandra de Kent. Ali está a York House, antiga residência do Príncipe de Gales e dos seus filhos, os Príncipes Guilherme e Henrique; a Lancaster House sendo usado pelo Governo de Sua Majestade para recepções oficiais. O palácio não é acessível ao público e mantêm permanente guarda da Divisão Doméstica Household Division em seus portões, somente a Capela da Rainha, construída ligada ao Palácio de St. James é acessível ao público
Pegado esta a vizinha Clarence House, a residência entre 1953 e 2002 da falecida Rainha Mãe e, atualmente, a residência do Príncipe de Gales e de sua segunda esposa, a Duquesa da Cornualha, bem como dos filhos de seu casamento com Lady Diana Frances Spencer, William e Harry. A mansão tem quatro andares e, não incluindo o sótão nem o porão, é revestida de estuque. É possível com prévia compra de bilhetes a visitação nos meses de julho e agosto . Ali também tem permanente os guardas da Divisão Doméstica Household Division
Continuamos passeando sem pressa na rua Pall Mall famosa por ser a sede de diversos clube de cavalheiros construídos no século XIX e início do século XX. Alguns deles localizamos como o Travellers Club, o Reform Club, o United Services Club hoje ocupado pelo Institute of Directors, o Oxford and Cambridge Club e o Royal Automobile Club.
No lado leste esta Marlborough House que já foi residência real, abrindo-se para um pátio situado ao sul da rua foi construída para Sarah Churchill, Duquesa de Marlborough, a favorita e confidente da Rainha Ana.
Bem próximo esta a Carlton House Terrace construídos entre 1827 e 1832 com dois terraços de casas com fachadas de estuque branco, com vista para o Parque de St. James. Os dois terraços estão classificados com o Grau I dos edifícios listados no Reino Unido. Cada terraço consiste em nove grandes casas.Na década de 1940 era um dos endereços residenciais mais elegantes em Londres.
Caminhamos em direção ao Hyde Park um enorme parque onde no canto sudoeste em 2004, foi inaugurado memorial em homenagem Princesa Diana, que consiste numa fonte de pedra granito oval, ela tem a forma de uma grande ribeira de 50 por 80 metros, que circunda e que é circundada por um exuberante campo gramado. O parque tem uma ótima infra-estrutura com cafés, banheiros públicos, restaurantes onde fizemos uma pausa para o almoço. Depois fizemos um passeio de carruagem pelo parque e também pelo Kensington Gardens que tem 1.1 km² de extensão, ali encontramos o Albert Memorial, a famosa estátua de Peter Pan e, um playground construído em homenagem à Princesa Diana, fica bem ao lado do Hyde Park, divididos apenas por uma alameda, conhecida como The Ring
Próximo esta Royal Albert Hal ou Salão Real Alberto num edifício construído de tijolo em terracota, com um telhado em abóbada de vidro , usado para eventos culturais e desportivos, com concertos ou espetáculo .
Perto está o museu Victoria and Albert fundado em 1852 com uma coleção de artes decorativas e design, mostrando mais de 5.000 anos de arte, desde os tempos antigos até ao presente e, contendo mais de 4,5 milhões de objetos.
Um pouco adiantes esta o Museu de História Natural , que acolhe inúmeras coleções de ciências da vida e da terra, compreendendo cerca de 70 milhões de espécies ou itens, catalogados em cinco grandes grupos: Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia.
Retornamos para o hotel com o emblemático ônibus panorâmico vermelho chamado de Routemaster.usando o ônibus que faz a rota nove lista como patrimônio da UNESCO
Por volta das 19 horas a Zildinha passou no hotel para irmos jantar no Soho é um distrito de entretenimento, com restaurantes finos e escritórios de empresas da mídia, antes porém fizemos pausa para degustar a cerveja inglesa no Pub-bar onde antes ela trabalhava.
Terminamos a noite combinando com a Zildinha uma visita no próximo dia ao bairro de Notting Hill.
Adjacente esta o monumental edifício impressionantes colunas e pórticos italianos da Galeria Nacional de Londres vale a pena uma visita demorada é um museu público e as visitas ao acervo são gratuitas. Foi fundada em 1824, é um dos mais importantes museus da Europa e um dos mais conhecidos do mundo, abriga uma preciosa coleção de mais de 2.300 pinturas, que datam desde a metade do século XIII até o início do século XX. Ainda o acervo contém algumas das obras mais importantes, raras e emblemáticas da História da Arte, de artistas como Leonardo da Vinci, Botticelli, Caravaggio, Rembrandt, Jan van Eyck, Rubens, Vermeer, Thomas Gainsborough, Turner, Renoir, Monet, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Gauguin, Degas, Manet, Berthe Morisot e Picasso.
Avançando a direita chegamos à Leicester Square ou Praça Leicester reservada apenas para pedestres, foi projetada em 1670 ao Sul de uma antiga casa real, conhecida como Leicester House. Já teve grande popularidade quando foi freqüentada por celebridades como o cientista Isaac Newton ou o artista Hogarth. Esta zona tem muitos quiosques que vendem entradas de teatro pela metade do preço cinemas. É uma zona bem badalada contando cinemas e, a maioria das estréias cinematográficas de Londres ocorrem nessa zona. Tem bares e discotecas conhecidas como Hippodrome, Equinox e Maximus. Ali também está uma estátua de Charlie Chaplin , bustos de Sir Isaac Newton, William Hogarth e de Joshua Reynolds
Subindo a Leicester Square e virando no topo à esquerda chegamos à famosa Praça do Piccadilly Circus e na sua construção original era em formato circular, lembrando um picadeiro, hoje a construção dos edifícios modificaram sua forma. Ali está os famosos edifícios com publicidades neon gigantes da Coca Cola, da Samsung e outras marcas.Afinal, todos conhecem seus painéis luminosos que são a sua marca registrada e já foram vistos em uma infinidade de ocasiões, seja em filmes, marcas, fotografias. No centro há uma estatua em homenagem ao autor Shaftesbur. Rodeada por muitos edifícios, lojas de todos os tipos e grifes e restaurantes incluindo a famosa estátua de Eros, a mascote de Londres e uma fonte onde a juventude londrina adora se reunir. É uma das zonas mais movimentadas da capital britânica. Ali também se cruzam as ruas Regent Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly e a Haymarket.
Apressamos o passo porque queremos assistir a cerimônia de troca de guarda no Palácio de Buckingham assim, atravessamos o mais antigo e bonito parque o St. James's Park , chamado em português Parque de São Tiago, um dos parques Reais de Londres que possui cerca de vinte e três hectares e, ao fundo esta o Palácio de Buckingham residência oficial da monarquia britânica , residência da rainha Isabel II e do Príncipe Filipe. O edifício é também a residência londrina de André, Duque de York e dos Condes de Wessex, Eduardo e Sofia. Aloja também os gabinetes da Casa Real e é o local de trabalho de 450 pessoas e base de todas as visitas oficiais de chefes de estado ao Reino Unido. É um dos principais símbolos britânicos. O interior do palácio só pode ser visitado nos dois meses de verão. Além de ser a residência da monarquia britânica, é também uma galeria de arte. O palácio tem dezenove Salas de Estado, cinqüenta e dois quartos de dormir principais, cento e oitenta e oito quartos para o pessoal, noventa e dois gabinetes e setenta e oito casas de banho. Atrás do Palácio estão o vasto jardim semelhante a um parque, tem um lago, é o maior jardim privado de Londres. Neste jardim que a rainha realiza anualmente as festas de verão.
O átrio do Palácio de Buckingham é usado para o "Render da Guarda" também conhecido como "Troca da Guarda", uma importante cerimônia que é usada como atração turística é realizada diariamente durante os meses de Verão e; em dias alternados durante o Inverno.
Evidente que não deixamos de presenciar a troca de guarda que é um cartão-postal vivo da capital britânica e, afirmo que a cerimônia é empolgante, emocionante e excitante afinal é uma unidade militar de elite da Grã-Bretanha.
A cerimônia começou as 11h30minh e, a troca da guarda se dá defronte ao Palácio de Buckingham, a tropa de gala vem acompanhada pela banda do regimento e pelos olhares curiosos de centenas de turistas.
No final do cerimonial a infantaria e cavalaria acompanhado pela multidão sai desfilando pela Alameda conhecida como The Mall cuja via é usada para as cavalgadas e desfiles de automóveis de todos os chefes de estados em visita, e também pela família real em ocasiões de estado, como a anual Abertura Estatal do Parlamento e o "Trooping the Colour" .
Defronte ao Palácio de Buckingham e, no centro dos Jardins da Rainha, tem um grande memorial à rainha Vitória, erguido em 1911 pelo escultor Sir Thomas Brock com 2300 toneladas de mármore branco, constitui-se de uma grande estátua da Rainha Vitória. Os outros lados do monumento destacam-se estátuas de bronze do Anjo de Justiça e o Anjo da Verdade e a "Caridade". Sobre o pináculo, Vitória está sentada com dois números. Os números foram dotados pelo povo da Nova Zelândia.
Na redondezas está o Arco do Almirantado (Admiralty Arch) um grande prédio de arcada para dar acesso aos automóveis e pedestres entre o The Mall e a Trafalgar Square . Na parede interior do arco tem uma protrusão com tamanho e forma de um nariz humano em honra do Duque de Wellington. Foi construído pelo Rei Eduardo VII do Reino Unido, em memória de sua mãe Rainha Vitória. Tem a seguinte inscrição na parte superior. ANNO : DECIMO : EDWARDI : SEPTIMI : REGIS : VICTORIÆ : REGINÆ : CIVES : GRATISSIMI : MDCCCCX :(No décimo ano do Rei Eduardo VII, a Rainha Vitória,é grato da maior parte dos cidadãos, 1910)
Seguimos pela rua Pall Mall achamos o Palácio de St. James um dos mais antigos palácios construído com tijolos avermelhados, em volta de quatro pátios: a sua portaria sobrevive na face Norte, flanqueada por torretas poligonais no ano de 1530 por Henrique VIII, no terreno do antigo hospital para leprosos. Ainda funciona como palácio da Corte Real e faz parte de um complexo de edifícios que acolhem gabinetes da corte e apartamentos dos oficiais e, é a residência da Princesa Ana e da Princesa Alexandra de Kent. Ali está a York House, antiga residência do Príncipe de Gales e dos seus filhos, os Príncipes Guilherme e Henrique; a Lancaster House sendo usado pelo Governo de Sua Majestade para recepções oficiais. O palácio não é acessível ao público e mantêm permanente guarda da Divisão Doméstica Household Division em seus portões, somente a Capela da Rainha, construída ligada ao Palácio de St. James é acessível ao público
Pegado esta a vizinha Clarence House, a residência entre 1953 e 2002 da falecida Rainha Mãe e, atualmente, a residência do Príncipe de Gales e de sua segunda esposa, a Duquesa da Cornualha, bem como dos filhos de seu casamento com Lady Diana Frances Spencer, William e Harry. A mansão tem quatro andares e, não incluindo o sótão nem o porão, é revestida de estuque. É possível com prévia compra de bilhetes a visitação nos meses de julho e agosto . Ali também tem permanente os guardas da Divisão Doméstica Household Division
Continuamos passeando sem pressa na rua Pall Mall famosa por ser a sede de diversos clube de cavalheiros construídos no século XIX e início do século XX. Alguns deles localizamos como o Travellers Club, o Reform Club, o United Services Club hoje ocupado pelo Institute of Directors, o Oxford and Cambridge Club e o Royal Automobile Club.
No lado leste esta Marlborough House que já foi residência real, abrindo-se para um pátio situado ao sul da rua foi construída para Sarah Churchill, Duquesa de Marlborough, a favorita e confidente da Rainha Ana.
Bem próximo esta a Carlton House Terrace construídos entre 1827 e 1832 com dois terraços de casas com fachadas de estuque branco, com vista para o Parque de St. James. Os dois terraços estão classificados com o Grau I dos edifícios listados no Reino Unido. Cada terraço consiste em nove grandes casas.Na década de 1940 era um dos endereços residenciais mais elegantes em Londres.
Caminhamos em direção ao Hyde Park um enorme parque onde no canto sudoeste em 2004, foi inaugurado memorial em homenagem Princesa Diana, que consiste numa fonte de pedra granito oval, ela tem a forma de uma grande ribeira de 50 por 80 metros, que circunda e que é circundada por um exuberante campo gramado. O parque tem uma ótima infra-estrutura com cafés, banheiros públicos, restaurantes onde fizemos uma pausa para o almoço. Depois fizemos um passeio de carruagem pelo parque e também pelo Kensington Gardens que tem 1.1 km² de extensão, ali encontramos o Albert Memorial, a famosa estátua de Peter Pan e, um playground construído em homenagem à Princesa Diana, fica bem ao lado do Hyde Park, divididos apenas por uma alameda, conhecida como The Ring
Próximo esta Royal Albert Hal ou Salão Real Alberto num edifício construído de tijolo em terracota, com um telhado em abóbada de vidro , usado para eventos culturais e desportivos, com concertos ou espetáculo .
Perto está o museu Victoria and Albert fundado em 1852 com uma coleção de artes decorativas e design, mostrando mais de 5.000 anos de arte, desde os tempos antigos até ao presente e, contendo mais de 4,5 milhões de objetos.
Um pouco adiantes esta o Museu de História Natural , que acolhe inúmeras coleções de ciências da vida e da terra, compreendendo cerca de 70 milhões de espécies ou itens, catalogados em cinco grandes grupos: Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia.
Retornamos para o hotel com o emblemático ônibus panorâmico vermelho chamado de Routemaster.usando o ônibus que faz a rota nove lista como patrimônio da UNESCO
Por volta das 19 horas a Zildinha passou no hotel para irmos jantar no Soho é um distrito de entretenimento, com restaurantes finos e escritórios de empresas da mídia, antes porém fizemos pausa para degustar a cerveja inglesa no Pub-bar onde antes ela trabalhava.
Terminamos a noite combinando com a Zildinha uma visita no próximo dia ao bairro de Notting Hill.
domingo, 22 de outubro de 2006
Inglaterra- Londres
Londres é uma cidade imensa, lotada de milhões de pessoas fazendo tudo ao mesmo tempo.
Hoje repousados vamos caminhar pelas ruas do centro de Londres iniciando pela área de Westminster onde está a Igreja do Colegiado de São Pedro em Westmisnter ou Westminster Abbey uma grande e importante igreja em estilo gótico. Famosa no mundo por ser o local de coroação do Monarca do Reino Unido e, desde a coroação de Guilherme o Conquistador, neste local, em 1066, a Abadia tem sido a igreja da Coroação da nação. É também o local de sepultura e de memorial para muitas figuras históricas dos últimos mil anos da História britânica. Sabe-se que mais de 3.000 pessoas estão enterrados na igreja e claustros e existem mais de 600 monumentos e memoriais. Vale a pena uma visita mas não é permitido fotografar nem filmar no interior da Abadia e, sempre tem uma fila na bilheteria cujo ingresso custa Adultos £ 15,00 acrescidos £ 3,00 na visita guiada. A visita em todo o complexo dura cerca de 2 horas.
Ainda na área da Westminster seguimos pela margem Norte do Rio Tamisa onde está o Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento, construído em meados do século XIX e declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, que atualmente abriga o Parlamento do Reino Unido com as duas Câmaras do Parlamento, a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns. O palácio é um dos maiores Parlamentos do mundo, e o esquema do é emaranhado com outros edifícios existentes tem mais de mil salas, cem escadarias, e cinco quilômetros de corredores.
Importante o guia ontem nos contou que todos os cidadãos britânicos têm o direito de pedir para observarem os seus membros do Parlamento, e se encontrarem no Salão Central (Central Lobby) e, durante as reuniões do Parlamento somente é possível assistir aos debates nas Galeria dos Estranhos (Strangers' Galleries). Durante a Estado de Parlamento Aberto (State Opening of Parliament) a soberana deve sentar-se no trono entre os Lordes enquanto o Primeiro-Ministro e os membros do Gabinete são convidados a entrar pela Câmara dos Comuns um costume que remonta à intrusão arbitrária de Carlos I para pedir a prisão de cinco membros do Parlamento, tendo, no entanto, falhado no seu propósito.
Ali também encontramos o Big Ben e, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tampouco sua torre. O Big Bem é o nome do sino, que pesa treze toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall. Todos os dias, a rádio BBC transmite as badaladas do sino. O sino, fundido por George Mears em 1858, media quase 3 metros de diâmetro e pesava 13, 5 toneladas. O nome do relógio é Tower Clock ou Torre do Relógio é muito conhecido pela sua precisão e tamanho.
Cruzamos a ponte de Westminster e margem sul do Tâmisa, bem próximo ao Parlamento está a roda gigante London Eye também conhecida como Millennium Wheel ou Roda do Milênio inaugurada no ano de 1999 Esta roda gigante tem trinta e duas cabines e uma volta completa dura um pouco menos de 30 minutos . O ingresso adulto normal custa £18.90 , podendo chegar a £33.00 se optar por um pacote saboreando uma taca de champagne .
Aproveitando os últimas horas de sol caminhamos nas adjacências e ao longo da rua Whitehall tem muitos outros edifícios governamentais, caminhamos um pouco por ali observando o dia a dia dos ingleses .
Hoje repousados vamos caminhar pelas ruas do centro de Londres iniciando pela área de Westminster onde está a Igreja do Colegiado de São Pedro em Westmisnter ou Westminster Abbey uma grande e importante igreja em estilo gótico. Famosa no mundo por ser o local de coroação do Monarca do Reino Unido e, desde a coroação de Guilherme o Conquistador, neste local, em 1066, a Abadia tem sido a igreja da Coroação da nação. É também o local de sepultura e de memorial para muitas figuras históricas dos últimos mil anos da História britânica. Sabe-se que mais de 3.000 pessoas estão enterrados na igreja e claustros e existem mais de 600 monumentos e memoriais. Vale a pena uma visita mas não é permitido fotografar nem filmar no interior da Abadia e, sempre tem uma fila na bilheteria cujo ingresso custa Adultos £ 15,00 acrescidos £ 3,00 na visita guiada. A visita em todo o complexo dura cerca de 2 horas. Ainda na área da Westminster seguimos pela margem Norte do Rio Tamisa onde está o Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento, construído em meados do século XIX e declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, que atualmente abriga o Parlamento do Reino Unido com as duas Câmaras do Parlamento, a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns. O palácio é um dos maiores Parlamentos do mundo, e o esquema do é emaranhado com outros edifícios existentes tem mais de mil salas, cem escadarias, e cinco quilômetros de corredores.
Importante o guia ontem nos contou que todos os cidadãos britânicos têm o direito de pedir para observarem os seus membros do Parlamento, e se encontrarem no Salão Central (Central Lobby) e, durante as reuniões do Parlamento somente é possível assistir aos debates nas Galeria dos Estranhos (Strangers' Galleries). Durante a Estado de Parlamento Aberto (State Opening of Parliament) a soberana deve sentar-se no trono entre os Lordes enquanto o Primeiro-Ministro e os membros do Gabinete são convidados a entrar pela Câmara dos Comuns um costume que remonta à intrusão arbitrária de Carlos I para pedir a prisão de cinco membros do Parlamento, tendo, no entanto, falhado no seu propósito.
Ali também encontramos o Big Ben e, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tampouco sua torre. O Big Bem é o nome do sino, que pesa treze toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall. Todos os dias, a rádio BBC transmite as badaladas do sino. O sino, fundido por George Mears em 1858, media quase 3 metros de diâmetro e pesava 13, 5 toneladas. O nome do relógio é Tower Clock ou Torre do Relógio é muito conhecido pela sua precisão e tamanho.
Cruzamos a ponte de Westminster e margem sul do Tâmisa, bem próximo ao Parlamento está a roda gigante London Eye também conhecida como Millennium Wheel ou Roda do Milênio inaugurada no ano de 1999 Esta roda gigante tem trinta e duas cabines e uma volta completa dura um pouco menos de 30 minutos . O ingresso adulto normal custa £18.90 , podendo chegar a £33.00 se optar por um pacote saboreando uma taca de champagne .
Aproveitando os últimas horas de sol caminhamos nas adjacências e ao longo da rua Whitehall tem muitos outros edifícios governamentais, caminhamos um pouco por ali observando o dia a dia dos ingleses .
sábado, 21 de outubro de 2006
Inglaterra- Londres
Depois de estudar várias opções de transporte para percorrer os 450 quilômetros de Paris a Londres decidimos usar ônibus numa viagem noturna. Encontramos a empresa Eurolines que faz uma viagem por dia saindo de Paris às 23h00min e chegando a Londres por volta das 06h00min, via porto de Dover, porto de Calais, e canal da Mancha de ferryboat. Partimos de Paris pegando o ônibus na estação ao lado da Gare de L'Est e chegamos a Londres na estação de ônibus Victoria.
A viagem foi penosa e desconfortável e logo em seguida pegamos um taxi que nos levou ao hotel que tínhamos reserva.
Repousamos até as 9 horas quando o Sightseeing chegou ao hotel para nos levar ao circuito pela cidade com percurso que passava pelos principais pontos turísticos compreendendo as grandes lojas de Oxford Street, lojas de luxo em Knightsbridge e Bond Street, onde se encontra a famosa loja Harrod's, e lojas das grandes marcas, teatros e locais como o Soho, Covent Garden, Mayfair, Piccadilly Circus e Leicester Square. Também os monumentos mais conhecidos a Abadia de Westminster junto ao Big Ben, as Casas do Parlamento, o Museu de Cera Madame Tussaud, o Museu Britânico, o Palácio de Kensington, o Palácio de St. James, o Royal Albert Hall, a Tower Bridge, a Torre de Londres, o London Eye a Catedral de São Paulo, a National Gallery, a Tate Gallery e Parques Reais de Londres, entre eles o Hyde Park, incluindo o Palácio de Buckingham, Downing Street, o London Dungeon.
Enfim, como ainda estávamos fatigados da viagem aproveitamos o dia para ficar perambulando entre as várias atrações com ônibus do Sightseeing, nos familiarizando com a cultura, ouvindo o guia de turismo, que nos informava sobre os lugares turístico da cidade, conhecendo um pouco da história do povo inglês.
sexta-feira, 20 de outubro de 2006
França - Paris
Paris tem muitos encantos que nos perturba e, embora tenhamos quase todas as atrações hoje voltaremos em alguns deles.
Começamos no Museu do Louvre, aliás, é parada obrigatória de quem vai à Paris. Afinal agrada tanto aos amantes da arte como às pessoas comuns que, depois de um dia passeando pelo museu torna-se um apaixonado por arte. O museu é grandioso e une o antigo ao moderno e contemporâneo.
Na entrada tem a enorme Pirâmide com vinte e um metros de altura e duzentas toneladas de vidro e vigas. Quando se entra no museu se recebe um mapa para nos direcionarmos dentro do museu. Os visitantes podem escolher uma das três direções: Sully, Richelieu e Denon. Estas três regiões correspondem às três alas do edifício e levam os nomes de três grandes funcionários do estado: Sully (ministro da fazenda de Henry IV), Richelieu (ministro de Luis XIII) e Denon (primeiro ministro do museu central de arte durante Napoleão I. Existem também 04 níveis (subterrâneo e do primeiro ao terceiro andar) e o mapa contém as sessões dentro do museu divididas em Antiguidades Orientais, Egípcias, Gregas, Romanas, esculturas e Louvre medieval
Construído ao redor de 1200 à beira do Sena, reconstruído no século 16 como palácio real e adaptado como museu em 1793. Em 1981 tornou-se palco da polêmica em torno da construção de uma pirâmide de vidro, que hoje abriga o acesso principal, o lobby, a loja e o guarda-roupa do museu.
No subsolo ainda existe as ruínas do castelo assim como um gráfico indicando o mapa e arquitetura. As galerias que expõe as pinturas são as mais visitadas na direção Denon, principalmente por conter obras de pintores célebres no mundo das artes
Vi o Código de Hamurabi, a Vitória da Samotrácia, e outros quadros do da Vinci, a Vênus de Milo, os apartamentos de Napoleão, Eros e Psique, A Liberdade Guiando o Povo, A Banhista, quadros de Rafael, e coisas de valor inestimável a perder de vista, tudo em um só lugar.
E, uma das obras de maior destaque é a pintura de Leonardo da Vinci (1452 -1519) La Gioconda retrato de Mona Lisa. O único inconveniente é que defronte ao quadro tão enigmático, onde a protagonista possui em seus lábios aquele famoso sorriso de indefinível tristeza onde temos a impressão que sua expressão muda constantemente, centenas de pessoas se amontoam impedindo assim de contemplar a modelo que ficou muito tempo no em absoluto mistério, porém, atualmente acredita-se que se trata de Lisa Gherardini, proveniente de uma família rica de mercadores e era casada com Francesco Giocondo.
Por espantoso que pareça, ficamos todo o dia dentro do Museu e, apenas conhecemos algumas das suas principais obras. Recomendo antes de visitar o Museu fazer uma visita virtual no site que é http://www.louvre.fr/, para um bom planejamento consultando o mapa do museu e conhecer a fotografia de algumas obras.
Saindo do museu do Louvre ainda tivemos tempo de visitar a pequena igreja Saint Chapêlle, toda colorida, com vitrais maravilhosos.
Aproveitando os últimos raios de sol seguimos para a Place Vendome onde está o Hotel Ritz e algumas das joalherias mais caras do mundo. As perfumarias também estão nesta área, Avenida de L’Opera, Rivoli, etc.
Ainda caminhamos pelos Boulevards Saint Germain e Saint Michel, com grande concentração de cafés e livrarias.
Seguimos depois para o Trocadero, Palais de Chaillot, Torre Eifell, École Militaires e Hotel des Invalides onde está o túmulo de Napoleão, em mármore vermelho, sobre uma base verde de granito.
Na noite ainda deu tempo para caminhar sem compromisso outra vez pela Champs Elysees que se estende por aproximadamente quatro quilômetros, ligando, na extremidade a oeste, o Arco do Triunfo na Place Charles de Gaulle até, na extremidade leste, o largo conhecido como Place de la Concorde. Ao longo desta avenida estão dezenas de lojas, restaurantes, galerias, lojinhas de fast food, a casa de shows Lido, e principalmente, gente de todo tipo entravamos em todas as lojas e babávamos nas vitrines. Afinal esta é a principal passarela de Paris. Depois de atravessar o largo conhecido como Rond Point a avenida passa a ser é ladeada por um agradável jardim, com diversos quiosques oferecendo água, sorvetes etc.
Continuando a caminhada pelo jardim chega-se à Place de La Concorde, outro dos pontos nobres de Paris. Durante a revolução francesa aqui eram executados os condenados à guilhotina, na época ela era chamada de Place de la Revolution, e antes disso era chamada de Place Louis XIV. Este é um ponto crucial da cidade, e está sempre cercado por um trânsito frenético no coração da cidade.
O ponto central da praça Concorde é Obelisco Luxor relíquia milenar trazida da antiga cidade egípcia de mesmo nome, e em frente a ele, uma bela fonte ornamentada com esculturas pintada em dourado e verde. Ao fundo vê-se alguns prédios do governo francês. A pouca distância dali fica também o Palácio Presidencial Francês, conhecido como Palais de l’Elysée.
Depois de atravessar a Place de la Concorde chega-se aos portões de entrada do Jardim das Tulherias (Jardim des Tuilleries) onde cruzamos os portões e caminhamos pelos belos jardins.
Logo depois caminhamos pela rua de Rivoli circulada por prédios clássicos e elegantes arcadas com dezenas de lojas oferecendo tudo que um turista pode desejar no largo defronte ao Hotel Regina esta a estátua eqüestre dourada de Joana d’Arc, santa padroeira da França.
Começamos no Museu do Louvre, aliás, é parada obrigatória de quem vai à Paris. Afinal agrada tanto aos amantes da arte como às pessoas comuns que, depois de um dia passeando pelo museu torna-se um apaixonado por arte. O museu é grandioso e une o antigo ao moderno e contemporâneo.
Na entrada tem a enorme Pirâmide com vinte e um metros de altura e duzentas toneladas de vidro e vigas. Quando se entra no museu se recebe um mapa para nos direcionarmos dentro do museu. Os visitantes podem escolher uma das três direções: Sully, Richelieu e Denon. Estas três regiões correspondem às três alas do edifício e levam os nomes de três grandes funcionários do estado: Sully (ministro da fazenda de Henry IV), Richelieu (ministro de Luis XIII) e Denon (primeiro ministro do museu central de arte durante Napoleão I. Existem também 04 níveis (subterrâneo e do primeiro ao terceiro andar) e o mapa contém as sessões dentro do museu divididas em Antiguidades Orientais, Egípcias, Gregas, Romanas, esculturas e Louvre medieval
Construído ao redor de 1200 à beira do Sena, reconstruído no século 16 como palácio real e adaptado como museu em 1793. Em 1981 tornou-se palco da polêmica em torno da construção de uma pirâmide de vidro, que hoje abriga o acesso principal, o lobby, a loja e o guarda-roupa do museu.
No subsolo ainda existe as ruínas do castelo assim como um gráfico indicando o mapa e arquitetura. As galerias que expõe as pinturas são as mais visitadas na direção Denon, principalmente por conter obras de pintores célebres no mundo das artes
Vi o Código de Hamurabi, a Vitória da Samotrácia, e outros quadros do da Vinci, a Vênus de Milo, os apartamentos de Napoleão, Eros e Psique, A Liberdade Guiando o Povo, A Banhista, quadros de Rafael, e coisas de valor inestimável a perder de vista, tudo em um só lugar.
E, uma das obras de maior destaque é a pintura de Leonardo da Vinci (1452 -1519) La Gioconda retrato de Mona Lisa. O único inconveniente é que defronte ao quadro tão enigmático, onde a protagonista possui em seus lábios aquele famoso sorriso de indefinível tristeza onde temos a impressão que sua expressão muda constantemente, centenas de pessoas se amontoam impedindo assim de contemplar a modelo que ficou muito tempo no em absoluto mistério, porém, atualmente acredita-se que se trata de Lisa Gherardini, proveniente de uma família rica de mercadores e era casada com Francesco Giocondo.
Por espantoso que pareça, ficamos todo o dia dentro do Museu e, apenas conhecemos algumas das suas principais obras. Recomendo antes de visitar o Museu fazer uma visita virtual no site que é http://www.louvre.fr/, para um bom planejamento consultando o mapa do museu e conhecer a fotografia de algumas obras.
Saindo do museu do Louvre ainda tivemos tempo de visitar a pequena igreja Saint Chapêlle, toda colorida, com vitrais maravilhosos.
Aproveitando os últimos raios de sol seguimos para a Place Vendome onde está o Hotel Ritz e algumas das joalherias mais caras do mundo. As perfumarias também estão nesta área, Avenida de L’Opera, Rivoli, etc.
Ainda caminhamos pelos Boulevards Saint Germain e Saint Michel, com grande concentração de cafés e livrarias.
Seguimos depois para o Trocadero, Palais de Chaillot, Torre Eifell, École Militaires e Hotel des Invalides onde está o túmulo de Napoleão, em mármore vermelho, sobre uma base verde de granito.
Na noite ainda deu tempo para caminhar sem compromisso outra vez pela Champs Elysees que se estende por aproximadamente quatro quilômetros, ligando, na extremidade a oeste, o Arco do Triunfo na Place Charles de Gaulle até, na extremidade leste, o largo conhecido como Place de la Concorde. Ao longo desta avenida estão dezenas de lojas, restaurantes, galerias, lojinhas de fast food, a casa de shows Lido, e principalmente, gente de todo tipo entravamos em todas as lojas e babávamos nas vitrines. Afinal esta é a principal passarela de Paris. Depois de atravessar o largo conhecido como Rond Point a avenida passa a ser é ladeada por um agradável jardim, com diversos quiosques oferecendo água, sorvetes etc.
Continuando a caminhada pelo jardim chega-se à Place de La Concorde, outro dos pontos nobres de Paris. Durante a revolução francesa aqui eram executados os condenados à guilhotina, na época ela era chamada de Place de la Revolution, e antes disso era chamada de Place Louis XIV. Este é um ponto crucial da cidade, e está sempre cercado por um trânsito frenético no coração da cidade.
O ponto central da praça Concorde é Obelisco Luxor relíquia milenar trazida da antiga cidade egípcia de mesmo nome, e em frente a ele, uma bela fonte ornamentada com esculturas pintada em dourado e verde. Ao fundo vê-se alguns prédios do governo francês. A pouca distância dali fica também o Palácio Presidencial Francês, conhecido como Palais de l’Elysée.
Depois de atravessar a Place de la Concorde chega-se aos portões de entrada do Jardim das Tulherias (Jardim des Tuilleries) onde cruzamos os portões e caminhamos pelos belos jardins.
Logo depois caminhamos pela rua de Rivoli circulada por prédios clássicos e elegantes arcadas com dezenas de lojas oferecendo tudo que um turista pode desejar no largo defronte ao Hotel Regina esta a estátua eqüestre dourada de Joana d’Arc, santa padroeira da França.
França - Paris
Pela manha visitamos o centro financeiro de Paris que fica no Bairro La Défense na zona oeste ao longo do Eixo Histórico, que começa no Louvre, no centro de Paris, e continua ao longo da Champs-Élysées, através do Arco do Triunfo. É bem fácil o acesso basta pegar o Metrô da linha 1 e ir até o final.
Nome do bairro La Défense de Paris é uma homenagem a memória e resistência oposta pelos franceses às tropas prussianas na guerra de 1870-1871. A área abriga muitos dos maiores e mais altos edifícios da área urbana de Paris. Com 314.000 m², seus 72 edifícios de vidro e aço, incluem 14 arranha-céus acima de 150 metros, com 150.000 trabalhadores diários e 3,5 milhões de metros quadrados de espaços de escritórios, La Défense é o maior centro empresarial desenvolvido na Europa.
O Grande Arco é um monumento e recebeu este nome por estar situado no moderno bairro de La Défense é um cubo oco de 112 metros de altura coberto de mármore branco e aberto no centro, apoiado por 12 pilares de 30 metros cada. Foi realizado em 1989 por altura do bicentenário da Revolução Francesa segundo um projeto do arquiteto dinamarquês Otto von Spreckelsen, simboliza uma janela aberta ao mundo.
Saindo do bairro La Défense de Paris pegamos o metrô de linha 1 seguimos até o final no extremo leste onde está o Château de Vincennes, um autêntico castelo medieval no subúrbio da capital francesa.
O castelo de Vincennes http://en.chateau-vincennes.fr/index. php construído durante o século XII, o primeiro pouco Louvre, Vincennes é um dos poucos castelos que têm consistentemente coberta da Idade Média até os dias atuais hum papel na história da França Central. foi erguido entre o século XIV e o século XVII é um palácio fortificado francês e o castelo-forte Real francês mais importante que ainda existe. A altura da sua Torre de Menagem é de 52 metros. O Château de Vincennes está sob a alçada de dois ministérios: do Ministério da Cultura, por ser um monumento histórico e do Ministério da Defesa, pois alberga o Serviço histórico da Defesa.
Fizemos uma visita guiada no castelo de Vincennes, com um circuito longo e duração: 1 hora e 15 min. O preço é de. 6,50 € por pessoa.
Regressamos ao centro na boca da noite a noite e seguimos direto para a Torre Eiffel construída em 1889 para a feira mundial, tem 320 metros de altura, e subimos de elevador os três níveis abertos ao público, a fim de contemplar o grande espetáculo da cidade luz toda iluminado com as melhores vistas dos telhados de Paris.
Nome do bairro La Défense de Paris é uma homenagem a memória e resistência oposta pelos franceses às tropas prussianas na guerra de 1870-1871. A área abriga muitos dos maiores e mais altos edifícios da área urbana de Paris. Com 314.000 m², seus 72 edifícios de vidro e aço, incluem 14 arranha-céus acima de 150 metros, com 150.000 trabalhadores diários e 3,5 milhões de metros quadrados de espaços de escritórios, La Défense é o maior centro empresarial desenvolvido na Europa.
O Grande Arco é um monumento e recebeu este nome por estar situado no moderno bairro de La Défense é um cubo oco de 112 metros de altura coberto de mármore branco e aberto no centro, apoiado por 12 pilares de 30 metros cada. Foi realizado em 1989 por altura do bicentenário da Revolução Francesa segundo um projeto do arquiteto dinamarquês Otto von Spreckelsen, simboliza uma janela aberta ao mundo.
Saindo do bairro La Défense de Paris pegamos o metrô de linha 1 seguimos até o final no extremo leste onde está o Château de Vincennes, um autêntico castelo medieval no subúrbio da capital francesa.
O castelo de Vincennes http://en.chateau-vincennes.fr/index. php construído durante o século XII, o primeiro pouco Louvre, Vincennes é um dos poucos castelos que têm consistentemente coberta da Idade Média até os dias atuais hum papel na história da França Central. foi erguido entre o século XIV e o século XVII é um palácio fortificado francês e o castelo-forte Real francês mais importante que ainda existe. A altura da sua Torre de Menagem é de 52 metros. O Château de Vincennes está sob a alçada de dois ministérios: do Ministério da Cultura, por ser um monumento histórico e do Ministério da Defesa, pois alberga o Serviço histórico da Defesa.
Fizemos uma visita guiada no castelo de Vincennes, com um circuito longo e duração: 1 hora e 15 min. O preço é de. 6,50 € por pessoa.
Regressamos ao centro na boca da noite a noite e seguimos direto para a Torre Eiffel construída em 1889 para a feira mundial, tem 320 metros de altura, e subimos de elevador os três níveis abertos ao público, a fim de contemplar o grande espetáculo da cidade luz toda iluminado com as melhores vistas dos telhados de Paris.
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
França - Paris - Palácio de Versalhes
Muito cedo começamos o passeio até o Palácio de Versalhes, onde pegamos o trem na estação ferroviária Paris Montparnasse até a estação Versailles Chantiers e a viagem dura cerca de 40 minutos. Dali até chegar ao palácio não chega a dez minutos é muito fácil, rápido e tem mapas e placas indicativas. Mas na dúvida pode seguir este roteiro quando descer na estação, saia pela porta frontal, cruze a rua que passa em frente e, siga para a direita. Caminhando um pouco logo chega numa larga avenida, vire a esquerda e siga até o portão de Versalhes.
O palácio abre às 9:00h é para entrar é necessário comprar um bilhete que custou 25 euros ( o valor depende a época do ano ou dia da semana).
Quando se chega é difícil não se impressionar o palácio é colossal com imensos jardins cheios de fontes e estátuas, é muito bonito.
O Palácio de Versalhes fica localizado na cidade de Versalhes, um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.
Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV, foi procurado um local próximo de Paris e suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.
Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.000 janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Construído pelo rei Luís XIV, o Rei Sol, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.
Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história. O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre. Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.
Os jardins estão centrados na fachada Sul do palácio, o qual está colocado num terraço para dar uma grande vista dos jardins. Ao fundo das escadas está localizada a Fonte de Letona. Esta fonte consta uma história tomada do poema de Ovídio, Metamorfoses e servia (ainda serve) como uma alegoria às Fronda.
Próxima, fica a Avenida Real ou o Tapis Vert. Rodeando este conjunto, para os lados, ficam os jardins formais. Por trás destes fica a Fonte de Apolo. Esta fonte simboliza o regime de Luís XIV, ou, o Rei-Sol. Por trás desta fonte repousa o Grand Canal. À distância, encontram-se os densos bosques dos campos de caça do Rei.
A água necessária para alimentar as fontes do palácio era providenciada pela Machine de Marly, atualmente localizada em Bougival. Esta máquina era induzida pela corrente do Sena, a qual movia catorze vastas pás giratórias, sendo um milagre da moderna Engenharia hidráulica, talvez a maior máquina integrada do século XVII.
Em 1999 ventos muito fortes atingiram os jardins do palácio destruindo mais de 10.000 arvores de espécies raras, agora estão sendo replantados e restaurados segundo o seu estado na época de Luís XIV.
O palácio é extremamente opulento com uma estrutura que comporta 20 mil pessoas, em um cenário de uma opulência sem comparações. Chegou a ser copiado por outros soberanos da Europa, o que deu origem à frase: “Sempre Imitado, Nunca Igualado”.
Porém grande parte do palácio não é acessível ao público, mas a famosa sala dos espelhos e os quartos reais, entre outros cômodos, estão abertos. Assim, o aposento mais conhecido é a restaurada Galérie des Glaces (Salão dos Espelhos), de 72 metros de extensão e 17 amplas janelas em arco, onde ocorreu o casamento de Luís XVI e Maria Antonieta e a assinatura do Tratado de Versalhes, em 1919. As alas norte e sul do palácio foram transformadas em galerias do Musée de l’Histoire de France.
Nos jardins de Versalhes há dois palacetes, o Grand Trianon e o Petit Trianon. O primeiro foi construído por Luís XIV, para seus encontros com a amante, Madame de Maintenon. O Petit Trianon, de estilo neoclássico, foi construído sob o reinado de Luís XV (e também para encontros com a sua amante, a Madame de Pompadour). Perto dos Trianons, o visitante pode conhecer um exemplo das futilidades de Maria Antonieta: o Hameau de la Reine, uma aldeiazinha rústica totalmente artificial e estilizada.
Há ainda o Musée des Carrosses, o Orangerie, o Jeu de Paume e outras tantas coisas para se ver no Palácio de Versalhes.
Perambulamos todo o dia pelo palácio de Versailes. Retornamos ao centro de Paris ao anoitecer e ainda deu tempo de fazer um passeio romântico de barco no rio Sena. Existem várias empresas que fazem o serviço e optamos Bateaux-Mouches ao custo de 10 euros por pessoa e além do mini cruzeiro oferece jantar acompanhdo de Bordeaux . O local de saída é na ponte de l’Alma, próximo à Torre Eiffel.
O passeio foi divino, saindo da Torre Eiffel e fomos até o bico da Ilê de la Citê e depois voltamos ao ponto de partida.
Compreendemos porque Paris é chamada de cidade Luz . Tudo estava iluminado começando pela Torre Eiffel que estava linda, a Notre Dame e tudo que circulava a orla do rio. Vimos também a Ponte Alexandre III e a Ponte Neuf. Isso tudo ao som de músicas francesas românticas.
O palácio abre às 9:00h é para entrar é necessário comprar um bilhete que custou 25 euros ( o valor depende a época do ano ou dia da semana).
Quando se chega é difícil não se impressionar o palácio é colossal com imensos jardins cheios de fontes e estátuas, é muito bonito.
O Palácio de Versalhes fica localizado na cidade de Versalhes, um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.
Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV, foi procurado um local próximo de Paris e suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.
Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.000 janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Construído pelo rei Luís XIV, o Rei Sol, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.
Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história. O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre. Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.
Os jardins estão centrados na fachada Sul do palácio, o qual está colocado num terraço para dar uma grande vista dos jardins. Ao fundo das escadas está localizada a Fonte de Letona. Esta fonte consta uma história tomada do poema de Ovídio, Metamorfoses e servia (ainda serve) como uma alegoria às Fronda.
Próxima, fica a Avenida Real ou o Tapis Vert. Rodeando este conjunto, para os lados, ficam os jardins formais. Por trás destes fica a Fonte de Apolo. Esta fonte simboliza o regime de Luís XIV, ou, o Rei-Sol. Por trás desta fonte repousa o Grand Canal. À distância, encontram-se os densos bosques dos campos de caça do Rei.
A água necessária para alimentar as fontes do palácio era providenciada pela Machine de Marly, atualmente localizada em Bougival. Esta máquina era induzida pela corrente do Sena, a qual movia catorze vastas pás giratórias, sendo um milagre da moderna Engenharia hidráulica, talvez a maior máquina integrada do século XVII.
Em 1999 ventos muito fortes atingiram os jardins do palácio destruindo mais de 10.000 arvores de espécies raras, agora estão sendo replantados e restaurados segundo o seu estado na época de Luís XIV.
O palácio é extremamente opulento com uma estrutura que comporta 20 mil pessoas, em um cenário de uma opulência sem comparações. Chegou a ser copiado por outros soberanos da Europa, o que deu origem à frase: “Sempre Imitado, Nunca Igualado”.
Porém grande parte do palácio não é acessível ao público, mas a famosa sala dos espelhos e os quartos reais, entre outros cômodos, estão abertos. Assim, o aposento mais conhecido é a restaurada Galérie des Glaces (Salão dos Espelhos), de 72 metros de extensão e 17 amplas janelas em arco, onde ocorreu o casamento de Luís XVI e Maria Antonieta e a assinatura do Tratado de Versalhes, em 1919. As alas norte e sul do palácio foram transformadas em galerias do Musée de l’Histoire de France.
Nos jardins de Versalhes há dois palacetes, o Grand Trianon e o Petit Trianon. O primeiro foi construído por Luís XIV, para seus encontros com a amante, Madame de Maintenon. O Petit Trianon, de estilo neoclássico, foi construído sob o reinado de Luís XV (e também para encontros com a sua amante, a Madame de Pompadour). Perto dos Trianons, o visitante pode conhecer um exemplo das futilidades de Maria Antonieta: o Hameau de la Reine, uma aldeiazinha rústica totalmente artificial e estilizada.
Há ainda o Musée des Carrosses, o Orangerie, o Jeu de Paume e outras tantas coisas para se ver no Palácio de Versalhes.
Perambulamos todo o dia pelo palácio de Versailes. Retornamos ao centro de Paris ao anoitecer e ainda deu tempo de fazer um passeio romântico de barco no rio Sena. Existem várias empresas que fazem o serviço e optamos Bateaux-Mouches ao custo de 10 euros por pessoa e além do mini cruzeiro oferece jantar acompanhdo de Bordeaux . O local de saída é na ponte de l’Alma, próximo à Torre Eiffel.
O passeio foi divino, saindo da Torre Eiffel e fomos até o bico da Ilê de la Citê e depois voltamos ao ponto de partida.
Compreendemos porque Paris é chamada de cidade Luz . Tudo estava iluminado começando pela Torre Eiffel que estava linda, a Notre Dame e tudo que circulava a orla do rio. Vimos também a Ponte Alexandre III e a Ponte Neuf. Isso tudo ao som de músicas francesas românticas.
terça-feira, 17 de outubro de 2006
França - Eurodisney
Hoje iremos conhecer a Disneyland Paris ou Eurodisney da Walt Disney Company, foi à segunda “Disney” fora dos EUA já que a primeira é em Tokyo junto traz uma história longa de sucesso e batalhas políticas, fica a trinta e dois quilômetros de Paris na localidade de Marne-la-Vallée.
Saímos por volta das 8 horas de Paris pela estação da Gare du Nord, uma das maiores estações centrais da cidade. A viagem demora quase uma hora e o bilhete de comboio custou 12.30€ e, tem que guardá-lo até o fim da viagem, porque no fim da linha terá que usá-lo nas catracas para sair da estação. Descemos na estação Marne-la-Vallee/Chessy, defronte á Eurodisney.
A Eurodisney fica aberta das 9h às 20h, e o bilhete de ingresso de um dia custou 47€ adulto com todas as diversões incluídas no preço do bilhete, e pode repetir quantas vezes quiser. Para comprá-lo, na bilheteria, enfrentamos uma enorme fila, mas foi rápido o atendimento. Na entrada é entregue um mapa para não se perder .
A Eurodisney foi inaugurada em abril 1992 e é um dos parques mais visitado da Europa tem uma área de mais de 560 mil m².
A Euro Disney possui dois parques – Disneyland Park (o principal) e Walt Disney Studios, e seis hotéis.
O parque é composto de um parque dedicado aos estúdios Disney é o segundo parque aberto no Disneyland Resort Paris o coração do complexo e, abriga o festival Mickey Magical Party desde Abril de 2009, o Disney Village com sete hotéis do conglomerado cujo complexo serve para acomodar os visitantes durante sua estadia na Disneylândia, tem diversos bares, lojas, restaurantes e um show-business e, só abre quando os outros dois encerram suas atividades e por fim os dois parques temáticos, sendo que o parque temático principal é inspirado na Disneyland da Califórnia e, ocupa uma área de mais de 560 mil m², é um pouco maior do que a Disneylândia original americana. Divide-se em cinco temas: Adventureland, onde se pode subir em uma altíssima casa na árvore, navegar pelos mares dos Piratas do Caribe ou experimentar a excitante montanha russa de Indiana Jones; na Frontierland pode-se visitar a vila indiana de Pocahontas, andar num barco a vapor e conhecer todos os recantos do velho faroeste; a Fantasyland é o lugar onde estão guardados todos os contos encantados da Disney.
É lá que está o castelo da Bela Adormecida que domina a paisagem e foi concebido especialmente para a Europa. Na Discoveryland esta as diversões futuristas sendo possível uma viagem num foguetão completamente às escuras, ou viagens no tempo e no espaço, ou mesmo ver um filme animado a três dimensões. Por fim, a Main Street U.S. A é uma praça central desenhada ao velho estilo vitoriano onde se encontram os restaurantes e as lojinhas de souvenires.
Todos os dias por volta das 16h têm a parada fenomenal com uma hora de duração dando a volta em todo o parque, com música e muita animação impressionante apresentando os carros alegóricos, dançarinos e todas as personagens que ainda não conseguiu ver.
Saímos por volta das 8 horas de Paris pela estação da Gare du Nord, uma das maiores estações centrais da cidade. A viagem demora quase uma hora e o bilhete de comboio custou 12.30€ e, tem que guardá-lo até o fim da viagem, porque no fim da linha terá que usá-lo nas catracas para sair da estação. Descemos na estação Marne-la-Vallee/Chessy, defronte á Eurodisney.
A Eurodisney fica aberta das 9h às 20h, e o bilhete de ingresso de um dia custou 47€ adulto com todas as diversões incluídas no preço do bilhete, e pode repetir quantas vezes quiser. Para comprá-lo, na bilheteria, enfrentamos uma enorme fila, mas foi rápido o atendimento. Na entrada é entregue um mapa para não se perder .
A Eurodisney foi inaugurada em abril 1992 e é um dos parques mais visitado da Europa tem uma área de mais de 560 mil m².
A Euro Disney possui dois parques – Disneyland Park (o principal) e Walt Disney Studios, e seis hotéis.
O parque é composto de um parque dedicado aos estúdios Disney é o segundo parque aberto no Disneyland Resort Paris o coração do complexo e, abriga o festival Mickey Magical Party desde Abril de 2009, o Disney Village com sete hotéis do conglomerado cujo complexo serve para acomodar os visitantes durante sua estadia na Disneylândia, tem diversos bares, lojas, restaurantes e um show-business e, só abre quando os outros dois encerram suas atividades e por fim os dois parques temáticos, sendo que o parque temático principal é inspirado na Disneyland da Califórnia e, ocupa uma área de mais de 560 mil m², é um pouco maior do que a Disneylândia original americana. Divide-se em cinco temas: Adventureland, onde se pode subir em uma altíssima casa na árvore, navegar pelos mares dos Piratas do Caribe ou experimentar a excitante montanha russa de Indiana Jones; na Frontierland pode-se visitar a vila indiana de Pocahontas, andar num barco a vapor e conhecer todos os recantos do velho faroeste; a Fantasyland é o lugar onde estão guardados todos os contos encantados da Disney.
É lá que está o castelo da Bela Adormecida que domina a paisagem e foi concebido especialmente para a Europa. Na Discoveryland esta as diversões futuristas sendo possível uma viagem num foguetão completamente às escuras, ou viagens no tempo e no espaço, ou mesmo ver um filme animado a três dimensões. Por fim, a Main Street U.S. A é uma praça central desenhada ao velho estilo vitoriano onde se encontram os restaurantes e as lojinhas de souvenires.
Todos os dias por volta das 16h têm a parada fenomenal com uma hora de duração dando a volta em todo o parque, com música e muita animação impressionante apresentando os carros alegóricos, dançarinos e todas as personagens que ainda não conseguiu ver.
França - Paris
Começamos hoje visitando o Panthéon situado no monte de Santa Genoveva é um monumento em estilo neo-clássico, famosa por abrigar os restos mortais de vários franceses famosos. Tem 110 metros de comprimento e 84 metros de largura. A fachada principal está decorada com um pórtico de colunas de estilo coríntio que apóiam um frontão triangular da autoria David d'Angers. O edifício, em forma de cruz grega, é coroado por uma cúpula de 83 metros de altura, com um lanternim no topo. O seu interior está decorado por pinturas.
À sua volta encontramos a igreja de Saint-Étienne-du-Mont, a Biblioteca de Santa Genoveva, a Universidade de Paris-I Panthéon-Sorbonne, a prefeitura e o Liceu Henrique IV.
Caminhamos pelo Quartier Latin (Quarteirão Latino) que fica na margem esquerda do Rio Sena, em torno da Universidade de Sorbonne cujo nome homenageia o teólogo do século XIII Robert de Sorbon, fundador do Colégio de Sorbonne, que à época era dedicado ao ensino de teologia. Ali também esta a Capela dedicada a Santa Úrsula de fachada barroca hoje usada para recepções e exposições. Nos arredores abriga vários estabelecimentos de ensino superior, como a École Normale Supérieure, a École des Mines de Paris e os Jussieu campus universitário e, também muitos animados bistrôs lotados de estudantes.
Voltando chegamos ao jardim do Luxemburgo o maior parque público da cidade com mais de 224 mil m², tudo plantado numa superfície plana e consistindo em canteiros de flores e outras plantas, delimitados por sebes baixas ou muretes de pedra de proteção dos leitos florais interiores, rodeados de alamedas de passeio, pavimentadas com gravilha e dispostas simetricamente, decorado com uma coleção exuberante de estátuas e, pequenos lagos destinados ao lazer infantil. O jardim inclui também um pequeno teatro de fantoches, um pomar e um restaurante. O Teatro Odéon (teatro de marionetas) fica próximo ao Jardim do Luxemburgo. Este jardim pertence ao Senado da França, que está sediado no famoso Palácio do Luxemburgo. Palácio do Luxemburgo
Seguimos agora para o Cemitério do Pére-Lachaise, onde estão enterradas pessoas famosas como Oscar Wilde, Jean-François Champollion, Édith Piaf, Chopin, Allan Kardec ou ainda Jim Morrison e, ao sul do cemitério se encontra o muro dos Federados, contra o qual 147 dirigentes da Comuna de Paris foram fuzilados em 28 de maio de 1871.
Situado na rua do Templo um bairro histórico da capital francesa, o Marais está o Museu da arte e história do Judaísmo que conta a história das comunidades judaicas ao longo de séculos, com o seu patrimônio e tradições culturais, retratando a história dos judeus na França.
Concluímos todos os pontos oferecidos pelo city tour no meio da tarde e embora colossal a cidade chegasse à conclusão que caminhar pelas ruas Paris ainda é o melhor porque em cada esquina você encontra monumentos carregados de história.
Assim vamos aproveitar o resto da tarde e descer pela Avenue Champs Elyseés começando na altura do Arco do Triunfo onde subimos até o topo do Arco donde se tem uma bela vista da cidade e das suas 12 avenidas, até a Place de La Concorde. A avenida é linda e você verá o Grande Palais e Petit Palais, entre a Av. Churchill e Av. Roosevelt, no Grande Point, uma espécie de rotatória. Do lado oposto, está o Palácio do Elysée, sede da Presidência da República.
Prosseguindo nossa caminhada Avenue Champs Elyseés chegamos numa das mais belas praças do mundo a Place de La Concorde. Cruzamos a Tuileries até chegar ao Louvre onde paramos para admirar a maravilhosa pirâmide desenhada pelo arquiteto japonês I M Pei e inaugurada em 1989
domingo, 15 de outubro de 2006
França - Paris - Salão Automóvel
A tarde fomos visitar o Salão do automóvel, realizado em Paris nos anos pares por se alterar com o de Frankfurt (Alemanha). Era o ultimo dia do evento que começou no dia 30 de setembro e, por isso, não podíamos deixar de comparecer já que é um grande privilégio estar aqui no momento exato que se que realizava este grande evento.Os expositores que mais atrairam público são os que apresentavam os carros de luxo e os chamados modelos concept . As linhas futuristas alimentam o sonho de prosperidade e anunciam avanços técnicos que, dentro de alguns anos, serão integrados nas linhas comuns de montagem.
Estavam expostos mais de quatrocentas marcas inclusive carros fabricados na China.
França - Paris
Hoje nossa rota do sightseeing nos levará para outros pontos turísticos onde faremos as pausas necessárias para contemplar e conhecer.
Começamos com um passeio em Montmartre uma área histórica é boêmia da cidade fica numa colina e outrora se destinava a lugar de culto e as ruas são animadas com artistas, vendedores ambulantes turistas que passeiam pelas ladeiras à procura de lugares famosos e bares. No ponto mais alto da colina situa-se a Basílica de Sacré Cœur ou Basílica do Sagrado Coração, foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona a tonalidade branca. Tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de 80 metros de altura. Na abside, uma torre enorme serve de campanário a um sino de 3 metros de diâmetro e mais de 26 toneladas
Ao pé de Montmartre está o Moulin Rouge. é um cabaré tradicional, construído no ano de 1889 por Josep Oller, que já era proprietário anteriormente do Paris Olympia. É famoso pela inclusão no terraço do seu edifício de um grande moinho vermelho. O Moulin Rouge é um símbolo emblemático da noite parisiense, e tem uma rica história ligada à boemia da cidade.
Nas adjacências caminhamos pela zona do Pigalle é uma área que leva o nome do escultor, Jean-Baptiste Pigalle (1714-1785), e fica em torno da Place Pigalle e é o mais conhecido bairro melhor do Quartier Pigalle. A praça e as ruas ao redor foram, no final do século XIX, um bairro de pintor de estúdios e cafés literários, dos quais o mais famoso foi a Nouvelle Athènes (New Atenas) e, famosa pelo seus cafés, seus estúdios, nightclubs, e onde está à maioria dos sex shops. o Museu do Erotismo.
Seguimos até a Catedral de Notre-Dame, situada na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité, rodeada pelas águas do Rio Sena, é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame Nossa Senhora).
sábado, 14 de outubro de 2006
França - Paris
O city tour foi conveniente para ser apresentado, conhecer e, nos dar uma idéia da grandiosidade de Paris onde pudemos nos localizar passeando pelos principais pontos turísticos durante todo o dia, onde parávamos, descíamos, contemplávamos e localizamos os pontos turísticos em seguida, pegávamos outro ônibus e íamos para outro ponto. O passe do sightseeing dura 48hs ou dois dias consecutivos. Assim para melhor aproveitar planejamos a visita repartindo os passeios para os dois dias de passe.
Em todos os lugares da rota sightseeing descemos e apreciamos começamos assim pela.- Torre Eiffel construída em 1889, foi planejada inicialmente para ficar de pé por apenas 20 anos; é considerada atualmente o principal símbolo da cidade,
-avenida Champs-Élysées uma avenida famosa e muitas vezes cheia de turistas, que significa Campos Elíseos é, uma das mais largas avenidas do mundo, e uma das mais famosas,
-Centro Georges Pompidou é um complexo fundado em 1977 que abriga museu, biblioteca, teatros, entre outros equipamentos culturais
-o Arco do Triunfo - construído por Napoleão Bonaparte, em 1806, em homenagem às vitórias francesas e aos que morreram no campo de batalha.
-o Museu do Louvre, famoso por abrigar o quadro Mona Lisa
- o Quai d'Orsay, um cais na margem esquerda do Rio Sena.
- o Hotel dês Invalides, museu e necrópole militar
- o Hotel de Ville, sede da prefeitura de Paris. Além de possuir uma arquitetura peculiar francesa, esbanja luxo e riqueza em cada detalhe.
- o Museu de Orsay reúne importante coleção de arte impressionista e foi, no passado, uma estação de trem. Com a sua desativação, foi quase demolida, mas por protestos foi transformada em museu.
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
Alemanha - Berlim
Hoje o Dudu irá nos acompanhar no passeio no lado leste/Ocidental da cidade e onde está a historia mais recente da Alemanha.
Saímos da Friedrichstrasse circulada por inúmeras lojas em direção ao Check Point Charlie que se tornou um símbolo da Guerra Fria, representando a separação do leste e oeste, controlada por tropas Francesas e Americanas de um lado, e Alemães e Russas do outro. O checkpoint era curiosamente assimétrico com cabines de madeira substituídos em 1980 por estruturas de metais e, durante os vinte e sete anos que esteve em atividade teve sua infraestrutura do lado oriental expandida, não apenas para incluir o muro, torre de observação e barreiras em ziguezague, mas também varias ruas aonde carros e seus ocupantes eram revistados. Com a reunificação reprodução das cabines de madeira foi recolocada no local onde ficava a cabine original.
Exatamente onde esta o checkpoint está o famoso Café Adler ("Café Águia") que também servia como ponto de observação dos oficiais aliados, forças armadas e outros visitantes.
Ao lado existem painéis fotográficos impressionantes numa exposição ao céu aberto, com toda a historias sobre o passado da Alemanha, retratando a estrutura com os prédios, os tanques Americanos e Russos.
Logo ao lado do Check Point Charlie esta a Niederkirchnerstrasse que ainda tem um pequeno pedaço do que antes era o Muro de Berlin, que agora esta cercado por uma grade e, foi exatamente neste lugar que no dia 09 de novembro de 1989 a população começou a derrubada do muro.
Também no chão tem uma marca deixada pelo muro no que se estende ao longo da via.
Avançando pela Niederkirchnerstrasse, chegamos à Stresemannstrasse até a Postdamer Platz, onde esta o moderno prédio da grande Sony Center que virou símbolo da nova e moderna Berlin.
Na mesma praça também esta o museu Gemaldegalerie, que contem mais de 2.700 pinturas de renomados artistas Europeus, incluindo Rembrandt, Caravaggio e Bruegel também, museu Bauhaus-Archiv de design e arte moderna que conta a historia do design Alemão.
Voltando um pouco pela Friedrichstrasse até a Gandarmenmarket chegamos numa praça neoclássica onde esta o teatro Konzerthaus e as catedrais “gêmeas”, construídas em lados opostos da praça, a catedral Francesa (Franzosischer Dom) e, a Catedral Alemã (Deutsche Dom).
Voltando ao extremo ocidental do bairro Tiergarten, direto sobre o Rio Spree e, não muito longe do Obelisco da Vitória, do parlamento alemão e das Portas de Brandemburgo, está O Schloss Bellevue ou Palácio de Bellevue que é a residência oficial do Presidente da Alemanha. Recebeu o nome de Bellevue, que significa Belavista em francês, devido à bela vista que tem sobre o Rio Spree.
Outro grande marco e símbolo de Berlin e o castelo Schloss Charlottenburg é um antigo palácio real da Prússia, localizado na povoação de Charlottenburg, construído em estilo rococó demorou mais de 100 anos para ser finalizado, e apesar de ficar fora do centro da cidade, do outro lado do Tiergarten, o palácio pertence à Fundação dos Palácios e Jardins Prussianos de Berlim-Brandemburgo. Os jardins do Schloss Charlottenburg (mais conhecidos como Schlosspark - parque do palácio) começaram por ser uns jardins barrocos à francesa, desenhados por Siméon Godeau em 1697, os quais foram convertidos, em 1788, nuns jardins paisagísticos à inglesa.
Um pouco afastado do centro no bairro Friedrichshain-Kreuzberg de fácil acesso e onde vale a pena uma visita sendo o melhor lugar pra ver o muro de Berlin é na East Side Gallery um memorial internacional para a liberdade, tem uma seção 1.3 km de extensão do Muro de Berlim perfeitamente preservados e serve como uma galeria a céu aberto onde cerca de 110 pinturas de artistas de todo o mundo usam o muro como pano de fundo para suas obras e algumas pinturas estão danificado pela erosão, pichações e vandalismo e mesmo assim as pinturas coloridas sobre o trecho mais longo que restou do Muro de Berlim ainda simbolizam esperança, medo, alegria, impotência e ódio, servindo como testemunho dos sentimentos que a queda do Muro provocou há 20 anos. A East Side Gallery foi tombada pelo patrimônio histórico em 1991.
Ainda demos uma espiada na nova Sinagoga de Berlin construída no mesmo local onde estava antiga Sinagoga, que foi totalmente destruída pelos Nazistas e onde mais de 500 mil Judeus foram reunidos antes de serem deportados aos campos de concentração.
Também vale a pena uma passada na Estação Central de Berlim ou Berlin Hauptbahnhof que é a maior estação ferroviária da Europa.
Infelizmente o tempo foi curto e não deu para visitar os inúmeros museus espalhados pela cidade.
Em Berlin é uma metrópole multicultural que balanceia perfeitamente o super antigo, com o ultramoderno. É onde aconteceu um dos maiores choques da historia mundial. Concebe boa parte do que ocorreu de nocivo no século 20 também, é símbolo de mudança afinal poucos lugares conseguiram em pouco tempo reconstruir se transformar numa grande potência mundial.
Saímos da Friedrichstrasse circulada por inúmeras lojas em direção ao Check Point Charlie que se tornou um símbolo da Guerra Fria, representando a separação do leste e oeste, controlada por tropas Francesas e Americanas de um lado, e Alemães e Russas do outro. O checkpoint era curiosamente assimétrico com cabines de madeira substituídos em 1980 por estruturas de metais e, durante os vinte e sete anos que esteve em atividade teve sua infraestrutura do lado oriental expandida, não apenas para incluir o muro, torre de observação e barreiras em ziguezague, mas também varias ruas aonde carros e seus ocupantes eram revistados. Com a reunificação reprodução das cabines de madeira foi recolocada no local onde ficava a cabine original.
Exatamente onde esta o checkpoint está o famoso Café Adler ("Café Águia") que também servia como ponto de observação dos oficiais aliados, forças armadas e outros visitantes.
Ao lado existem painéis fotográficos impressionantes numa exposição ao céu aberto, com toda a historias sobre o passado da Alemanha, retratando a estrutura com os prédios, os tanques Americanos e Russos.
Logo ao lado do Check Point Charlie esta a Niederkirchnerstrasse que ainda tem um pequeno pedaço do que antes era o Muro de Berlin, que agora esta cercado por uma grade e, foi exatamente neste lugar que no dia 09 de novembro de 1989 a população começou a derrubada do muro.
Também no chão tem uma marca deixada pelo muro no que se estende ao longo da via.
Avançando pela Niederkirchnerstrasse, chegamos à Stresemannstrasse até a Postdamer Platz, onde esta o moderno prédio da grande Sony Center que virou símbolo da nova e moderna Berlin.
Na mesma praça também esta o museu Gemaldegalerie, que contem mais de 2.700 pinturas de renomados artistas Europeus, incluindo Rembrandt, Caravaggio e Bruegel também, museu Bauhaus-Archiv de design e arte moderna que conta a historia do design Alemão.
Voltando um pouco pela Friedrichstrasse até a Gandarmenmarket chegamos numa praça neoclássica onde esta o teatro Konzerthaus e as catedrais “gêmeas”, construídas em lados opostos da praça, a catedral Francesa (Franzosischer Dom) e, a Catedral Alemã (Deutsche Dom).
Voltando ao extremo ocidental do bairro Tiergarten, direto sobre o Rio Spree e, não muito longe do Obelisco da Vitória, do parlamento alemão e das Portas de Brandemburgo, está O Schloss Bellevue ou Palácio de Bellevue que é a residência oficial do Presidente da Alemanha. Recebeu o nome de Bellevue, que significa Belavista em francês, devido à bela vista que tem sobre o Rio Spree.
Outro grande marco e símbolo de Berlin e o castelo Schloss Charlottenburg é um antigo palácio real da Prússia, localizado na povoação de Charlottenburg, construído em estilo rococó demorou mais de 100 anos para ser finalizado, e apesar de ficar fora do centro da cidade, do outro lado do Tiergarten, o palácio pertence à Fundação dos Palácios e Jardins Prussianos de Berlim-Brandemburgo. Os jardins do Schloss Charlottenburg (mais conhecidos como Schlosspark - parque do palácio) começaram por ser uns jardins barrocos à francesa, desenhados por Siméon Godeau em 1697, os quais foram convertidos, em 1788, nuns jardins paisagísticos à inglesa.
Um pouco afastado do centro no bairro Friedrichshain-Kreuzberg de fácil acesso e onde vale a pena uma visita sendo o melhor lugar pra ver o muro de Berlin é na East Side Gallery um memorial internacional para a liberdade, tem uma seção 1.3 km de extensão do Muro de Berlim perfeitamente preservados e serve como uma galeria a céu aberto onde cerca de 110 pinturas de artistas de todo o mundo usam o muro como pano de fundo para suas obras e algumas pinturas estão danificado pela erosão, pichações e vandalismo e mesmo assim as pinturas coloridas sobre o trecho mais longo que restou do Muro de Berlim ainda simbolizam esperança, medo, alegria, impotência e ódio, servindo como testemunho dos sentimentos que a queda do Muro provocou há 20 anos. A East Side Gallery foi tombada pelo patrimônio histórico em 1991.
Ainda demos uma espiada na nova Sinagoga de Berlin construída no mesmo local onde estava antiga Sinagoga, que foi totalmente destruída pelos Nazistas e onde mais de 500 mil Judeus foram reunidos antes de serem deportados aos campos de concentração.
Também vale a pena uma passada na Estação Central de Berlim ou Berlin Hauptbahnhof que é a maior estação ferroviária da Europa.
Infelizmente o tempo foi curto e não deu para visitar os inúmeros museus espalhados pela cidade.
Em Berlin é uma metrópole multicultural que balanceia perfeitamente o super antigo, com o ultramoderno. É onde aconteceu um dos maiores choques da historia mundial. Concebe boa parte do que ocorreu de nocivo no século 20 também, é símbolo de mudança afinal poucos lugares conseguiram em pouco tempo reconstruir se transformar numa grande potência mundial.
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Alemanha - Berlim
Às 18 horas seguimos para a estação de Sudbahnhof donde saia o trem rumo a Berlim onde íamos encontrar o Eduardo saia Praga. Ocorre que, encima da hora percebemos que lemos errado o nome da estação já que o correto seria a estação de Westbahnhof que fica distante dali uns cinco quilômetros. Pegamos um taxi que nos conduziu até a estação. Acontece que naquele horário existem vários engarrafamentos e, chegamos à estação na hora que o trem partia. Entramos na nossa cabina e, nos acomodamos. A viagem noturna iria percorrer 700 quilômetros . A previsão de chegada em Berlim era às 5 horas da manhã. Durante a viagem conhecemos um alemão que retornava das férias e trabalhava Intercontinental Berlin e nos auxiliou a chegar até o nosso hotel. O Dudu ia chegar a tarde então deixamos nossas malas e pedimos para o hotel contratar um city tour.Berlim é uma cidade enorme e, tem uma infinidade de lugares para visitar e conhecer. Para aproveitar os dois dias que vamos estar na cidade fizemos um roteiro com as prioridades.
Começamos às 9 horas com City tour indicado pelo hotel que nos conduziu pelas ruas de Berlim nos apresentando os principais pontos turísticos da cidade e descíamos naqueles mais interessantes para visitar.
O passeio iniciou pelo lado extremo Leste do centro da cidade, na Praça de AlexanderPlatz, que foi aniquilada pelos aliados na segunda guerra mundial e, depois foi reconstruída. Hoje é um dos principais centros comerciais da cidade, é também a “sede” da Fernsehturm, a enorme torre de comunicação símbolo da RDA (Republica Democrática da Alemanha comunista).
Avançando chegamos à longa avenida Karl Liebknecht Stasse que muda de nome umas três vezes. Na primeira parte da Avenida está à fonte de Netuno (Neptunbrunnen), um presente do Kaiser Wilhem II em 1891, com uma estatua feminina que representa os quatro grandes rios Alemães: Reno, Oder, Elbe e Weichsel.
Continuando na mesma avenida que agora se chama Karl Liebknecht Stasse está à imponente igreja Berliner Dom, Catedral de Berlin, construída segundo o modelo da Catedral de São Pedro em Roma. A Catedral foi parcialmente destruída durante a guerra, e totalmente abandonada por varias décadas, tendo sua restauração, ainda inacabada, iniciada apenas em 1974.
A praça gramada em frente à Catedral, Lustgarten foi nomeada para ser um “jardim de prazer”. Ali ficava o enorme palácio de Berlin, Berliner Scholss que foi totalmente destruído pelos bombardeios aliados a única coisa que sobrou foi a estatua do “Grande Elector” que agora esta em frente ao Charlottenburgh Scholss.
Mas ainda na Lustgardten estão importantes museus da cidade, cinco museus-ilhas que formam o Museumsinsel.
Seguimos pela principal avenida a Unter den linden circulada por construções famosas como a Ópera Estatal, a embaixada Russa, o museu histórico, a Universidade Humboldt o museu Guggenheim de Berlim, o Palast der Republik e o Berliner Dom, chegamos à ampla praça Pariser Platz onde está o imponente Brandenburger Tor, o Portão de Brademburgo.
Hoje tanto a área quanto as portas estão reestruturados, e as portas unem o centro histórico da cidade ao “Tiergarten”, a sede do parlamento e a nova praça “Potsdamer Platz”. Desde março de 1998 os automóveis podem atravessar as portas no sentido de leste para oeste e na direção contrária é preciso contorná-las. A cruz de ferro e a águia prussiana foram reincorporadas à quadriga em 1991, mas os cavalos ainda galopam em direção a "Pariser Platz".
Outrora a praça Prizer Platz foi totalmente destruída durante a guerra e, quando construída em 1791, tinha como objetivo ser o “portão da paz”, usando como modelo o Parthenon de Atenas, assim como o Arco do Triunfo em Paris, era usada pelos Kaiser Alemães pra comemorar suas conquistas tendo seu mais famoso momento em 1933, quando Hitler e o exercito Nazista fizeram uma procissão a luz de velas passando pelo arco, dando inicio ao Terceiro Reich. No alto do Portão esta uma estatua da Deusa Vitória, que só foi adicionada ao portão em 1806 – e roubada por Napoleão depois da derrota Alemã na Prússia. Quando a estatua foi recuperada, cerca de uma década depois, Karl Friedrich adicionou vários adornos a coroa da deusa Vitória.
Agora as portas que um dia separaram Berlim e que foram atravessadas em desfile por tropas napoleônicas, revolucionárias, e nazistas, é o símbolo da prosperidade e unificação alemã.
Assim atravessando o portão, viramos a direita para visitar o Reichstag nome do prédio onde o parlamento federal da Alemanha (Bundestag) exerce suas funções. Em 1884, o Kaiser Guilherme I assentou a pedra fundamental e, em 1894, concluía-se a construção. A cúpula viria a ser composta de aço e vidro, técnica avançada para a época.
A entrada no Reichstag http://www.bundestag.de/ é gratuita e fica aberto até tarde, e para entrar na cúpula do parlamento é necessário encarar uma enorme fila com um tempo médio de 1 hora de espera. Vale a pena à espera dali se tem uma vista panorâmica de toda cidade
O prédio original Reichstag foi construído em 1894 e foi parcialmente destruído por um incêndio em 1933 e bombardeado durante a segunda guerra. Em 1973 iniciou-se a restauração. Até 1990, o prédio foi usado apenas para encontros ocasionais e para uma exposição permanente sobre a história alemã chamada Fragen an die deutsche Geschichte ("perguntas sobre a história alemã"). Entretanto em 03 de outubro de 1990 foi realizada a primeira sessão da cerimônia oficial da Reunificação Alemã (Wiedervereinigung) onde o parlamento alemão (Bundestag) no dia seguinte, se reuniu simbolicamente no prédio. A Cúpula do prédio original havia sido destruída. E em 1993 o arquiteto Inglês Sir Norman Foster reconstruiu a cúpula de vidro e aço.
Atualmente, a ampla e moderna cúpula de vidro simboliza o governo democrático aberto. Do lado tem uma exposição a céu aberto mostrando com fotos do antes e depois de Berlin
Agora pela avenida Strasse des 17 Juni e cruzamos o parque Tiergarten , significa “Parque de animais” que era usado para caça pelos aristocratas da Prússia até a gigantesca Siegessaule ou Coluna da Vitoria. Esta coluna ficava defronte ao Parlamento em tributo a vitória das tropas Prussias contra Dinamarca, Áustria e França. Mais tarde foi transferida para o meio do parque e dizem que o canhão no topo dos 67 metros fica virado na direção de Paris como uma afronta em comemoração a derrota de Napoleão.
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