Fizemos uma rápida parada no município de Nisia Floresta que recebeu este nome em homenagem a escritora e poetisa Nísia Floresta que começou sua vida literária em 1831, publicando em jornal de Pernambuco artigos defendendo o ideal republicano, igualdade política dos sexos e liberdade aos escravos. Era uma escritora chamada por alguns de extraordinária, de notável, e outros de mestiça, de indecorosa e de monstro sagrado. Devido à saúde de sua filha, foi morar na Europa em 1849. A escritora morreu no dia 24 de abril de 1885, na Normandia, vítima de pneumonia, e foi enterrada no cemitério de Bonsecours. No dia 12 de setembro de 1954 seus restos mortais chegaram a sua terra natal e foram colocados no mausoléu construído em sua homenagem.
O nome correto da poetisa é Dionísia Gonçalves Pinto que decidiu usar um pseudônimo literário que veio a se tornar internacionalmente conhecido, Nísia Floresta Brasileira Augusta. Nísia representando a parte final do seu primeiro nome, Floresta é o sítio onde nasceu, Brasileira é uma referência nacionalista para quem teve de viver fora do país, e a palavra Augusta está diretamente ligada à lembrança de seu marido Manoel Augusto de Faria Rocha, pai de sua filha Lívia.
No município existe o crescimento da carcinocultura (cultivo de camarões), por tal motivo que ganhou o apelido de "a terra do camarão”.
Começamos nosso passeio na Praça da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó que teve sua construção iniciada em 1703 e suas obras foram conluídas somente após 52 anos, em 1755. Dizem as lendas que a santa apareceu misteriosamente boiando em um buraco que hoje existe dentro da igreja. A água desse buraco é de um rio subterrâneo, localizado embaixo da igreja.
Ao redor da praça esta a câmara municipal , o Fórum de Nísia Floresta , o Terminal Rodoviário.
Defronte ao terminal está a bela e centenária árvore do Baobá, de origem africana, com quinze metros de perímetro, plantada na cidade em 1877.
Mas adiante a Prefeitura Municipal de Nísia Floresta e a Praça da Matriz.
Um pouco distante perto do sítio Floresta, na via que leva as lagoas e praias está o Túmulo da poetisa Nísia Floresta local onde ela nasceu.
No município existe o crescimento da carcinocultura (cultivo de camarões), por tal motivo que ganhou o apelido de "a terra do camarão”.
Começamos nosso passeio na Praça da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó que teve sua construção iniciada em 1703 e suas obras foram conluídas somente após 52 anos, em 1755. Dizem as lendas que a santa apareceu misteriosamente boiando em um buraco que hoje existe dentro da igreja. A água desse buraco é de um rio subterrâneo, localizado embaixo da igreja.
Ao redor da praça esta a câmara municipal , o Fórum de Nísia Floresta , o Terminal Rodoviário.
Defronte ao terminal está a bela e centenária árvore do Baobá, de origem africana, com quinze metros de perímetro, plantada na cidade em 1877.
Mas adiante a Prefeitura Municipal de Nísia Floresta e a Praça da Matriz.
Um pouco distante perto do sítio Floresta, na via que leva as lagoas e praias está o Túmulo da poetisa Nísia Floresta local onde ela nasceu.


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