Retornando á Recife nos hospedamos no Recife Monte Hotel, um quatro estrelas, com localização privilegiada, poucos metros da orla da Praia da Boa Viagem, e confortáveis acomodações, ampla área de lazer com piscinas, sauna, bares , boate, salão de jogos e o Restaurante Marruá.
Próximo ao hotel na rua Petrolina no 19 Praia de Boa Viagem , onde vamos almoças, está o conceituado restaurante de pratos regionais Chica Pitanga com decoração de pés de pitanga. O Chica Pitanga é um dos restaurantes mais conceituados de Recife. Não é muito barato custa R$ 57,90/kg mais é o melhor self-service e sempre tem lista de espera com filas enormes para entrar.
Aproveitando o belo domingo de sol vamos à Recife Antigo onde está com programação oficial de São João com apresentação de vários artistas de Pernambuco. Todos domingos, no Largo do Varadouro, tem feira de artesanato e no final da tarde desfile de maracatu.
Claro que a melhor forma de aproveitar aquela região localizada às margens do rio Capibaribe é andando a pé onde começamos pelo monumento Marco Zero que ostenta um busto do Barão do Rio Branco e é cercado por uma ampla praça e um labirinto de ruas estreitas. Dali se tem uma bela vista do Parque de Esculturas de Francisco Brennand.
A Sônia preferiu ficar na Casa de Cultura de Pernambuco que tem muitas lojas com o artesanato da região, instalada na antiga Casa de Detenção do Recife.
Nós seguimos até a Rua do Bom Jesus para apreciar os sobrados holandês e suas fachadas coloridas ocupadas na maioria por galerias de arte.
Há muito o que ver e fazer ali onde há igrejas, casarios coloniais e museus que guardam a rica história do Estado mas meu interesse particular é visitar a Embaixada dos Bonecos Gigantes cuja visita é guiada com explicações do processo de confeção e manipulação com exposição de inúmeros bonecos gigantes de ícones da história brasileira e cujas alegorias foram usadas no carnaval pernambucano como: Alceu Valença, Luiz Inácio Lula da Silva, Chacrinha, Miguel Arraes, Dominguinhos, Pelé, Ariano Suassuna, Lampião, D. Pedro I, Maurício de Nassau, Zé do Caixão, Ministro Joaquim Barbosa entre outros. O ingresso custa R$5,00 e abre diariamente, das 8h às 18h.
Próximo ao hotel na rua Petrolina no 19 Praia de Boa Viagem , onde vamos almoças, está o conceituado restaurante de pratos regionais Chica Pitanga com decoração de pés de pitanga. O Chica Pitanga é um dos restaurantes mais conceituados de Recife. Não é muito barato custa R$ 57,90/kg mais é o melhor self-service e sempre tem lista de espera com filas enormes para entrar.
Aproveitando o belo domingo de sol vamos à Recife Antigo onde está com programação oficial de São João com apresentação de vários artistas de Pernambuco. Todos domingos, no Largo do Varadouro, tem feira de artesanato e no final da tarde desfile de maracatu.
Claro que a melhor forma de aproveitar aquela região localizada às margens do rio Capibaribe é andando a pé onde começamos pelo monumento Marco Zero que ostenta um busto do Barão do Rio Branco e é cercado por uma ampla praça e um labirinto de ruas estreitas. Dali se tem uma bela vista do Parque de Esculturas de Francisco Brennand.
A Sônia preferiu ficar na Casa de Cultura de Pernambuco que tem muitas lojas com o artesanato da região, instalada na antiga Casa de Detenção do Recife.
Nós seguimos até a Rua do Bom Jesus para apreciar os sobrados holandês e suas fachadas coloridas ocupadas na maioria por galerias de arte.
Há muito o que ver e fazer ali onde há igrejas, casarios coloniais e museus que guardam a rica história do Estado mas meu interesse particular é visitar a Embaixada dos Bonecos Gigantes cuja visita é guiada com explicações do processo de confeção e manipulação com exposição de inúmeros bonecos gigantes de ícones da história brasileira e cujas alegorias foram usadas no carnaval pernambucano como: Alceu Valença, Luiz Inácio Lula da Silva, Chacrinha, Miguel Arraes, Dominguinhos, Pelé, Ariano Suassuna, Lampião, D. Pedro I, Maurício de Nassau, Zé do Caixão, Ministro Joaquim Barbosa entre outros. O ingresso custa R$5,00 e abre diariamente, das 8h às 18h.
Circulamos até o anoitecer pelas inúmeras atrações turísticas que rodeiam o lugar como a sinagoga, a Torre Malakoff , o Teatro Apolo (inaugurado em 1846 e fechado por mais de um século hoje é um concorrido cinema) passando pela Rua da moeda, com seus bares, restaurantes, galerias e cafés, e terminamos no charmoso centro comercial formado pelo shopping Paço alfândega (foi convento e alfândega) e pela Livraria cultura.
Por fim chegamos à Casa de Cultura onde a Sônia esperava com suas compras para retornar ao hotel já que tínhamos combinado um jantar com amigos.
Adoramos fazer amizades e cada novo amigo que conhecemos nos aperfeiçoamos e nos enriquecemos. Conhecemos o Mauro e a Hughette num dos cruzeiros que fizemos ano passado. E, hoje visitamos este jovens casal recifenses que além de nos acolher, na bela residência, com muito carinho nos levaram a passear pelas avenidas , ruas e bairros históricos e residenciais mostrando a história, cultura e o melhor de Recife.
Para ficar registrado, já que estes bairros não tem destaques turísticos, saímos da Ilha do Retiro e passamos pelos seguintes bairros: Afogados, Prado, Madalena, Torre, Largo Poço Panela, Monteiro, Apicucos, Casa Forte, Parnamirim, Jaqueira,Aflitos, Graças, Derby, Ilha do Leite, Boa Vista, Santo Antonio, Praça do Marco Zero, Pina voltando a Ilha do Recife. A cidade é dividida de norte a sul pela Avenida Agamenon Magalhães; do lado leste dessa avenida ficam o Centro e o Recife Antigo. A oeste da Agamenon, mas próximos a ela, ficam os bairros tradicionais do Recife, como Ilha do Leite (onde se concentra o polo médico do Recife), Graças, Espinheiro, Madalena, Parnamirim, Derby, Aflitos, Casa Forte e outros. Muitas dessas áreas foram tomadas por engenhos; à medida que a urbanização ocorria, era nesses bairros que as famílias tradicionais se estabeleciam. Com isso, vários desses bairros tornaram-se, ao longo das décadas, redutos das classes rica e média do Recife.Para chegar ao centro, passa-se por uma longa avenida chamada Cais José Estelita, que proporciona uma das melhores vistas do rio Capibaribe e, por décadas, esse cais foram tomados por armazéns e tanques, hoje desocupados. O Centro inclui logradouros as famosas Rua do Sol, Rua da Aurora, avenidas Dantas Barreto e Conde da Boa Vista; essas áreas são tomadas por comércio e serviços populares, com grande fluxo de pessoas durante o dia e baixo fluxo durante a noite e muitos marcos históricos e culturais da cidade, como a Faculdade de Direito, o Parque 13 de Maio, a rua da Aurora, etc estánesta área.
Este passeio na região mais tradicional do Recife nos revelou uma visão diferente da capital que considerávamos feia e violenta.
Este passeio na região mais tradicional do Recife nos revelou uma visão diferente da capital que considerávamos feia e violenta.
Fez parte do aprendizado saber que nomes de ruas e avenidas de Recife são poéticos e jocosos (Rua do Sol, rua da Aurora) e, lembrando assim o que diz o poeta Raul Seixas, " Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante do que ter uma velha opinião formada sobre tudo".
Estamos estimulados a conhecer um pouco mais de Recife e, na próxima visita iremos dedicar um tempo maior para explorar a capital Pernambucana.
O passeio terminou tarde e poucos restaurantes continuavam abertos. Conseguimos, na praia do Pina, jantar no Boteco Maxim que tem vista para o mar e se divide em dois ambientes : - o salão e a varanda. Preferimos sentar na varanda e como era muito tarde optamos por pratos rápidos.Adoramos o bar principalmente pela companhia e pela ótima conversa.
Muito obrigada por isso, Mauro e Hughette e, sobretudo pela amizade e carinho e, recebam nossa profunda admiração e respeito.


Nem consigo acreditar que moro do lado disso tudo e não conheço nem a metade.. :(
ResponderExcluirFalta é vergonha na cara mesmo. kkkkk
beiJUs
http://feiffercereja.blogspot.com.br/
Infelizmente, grande parte das Construções Históricas do Recife está mal cuidada. Mas, ainda há muita coisa interessante para se ver na Capital do Nordeste do Brasil. Como morador do Recife, não posso deixar de, vez por outra, dar uma de turista e sair andando pelo centro e procurando atrativos. Não sei se vocês foram, mas recomendo visitarem os Fortes do Brum e das Cinco Pontas, a Estação Central de Trem (ao lado da Casa da Cultura), o Castelo de Ricardo Brennand, no bairro da Várzea, bem como a fábrica do Francisco Brennand (autor das esculturas dos arrecifes no Marco Zero), também na Várzea. Há uma antiga estação de bondes no Bairro das Graças e belas Igrejas espalhadas pela Zona Oeste da Cidade. Também recomendo visitar a localidade do "Poço da Panela", no Bairro de Casa Forte.
ResponderExcluirFica a dica para próximas visitas. Parabéns por compartilharem as experiências de vocês!