Neve

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

República Theca - Karlštejn

A trinta quilômetros a sudoeste de Praga chegamos a Karlstejn onde tem um magnífico  castelo medieval, um dos mais famosos e símbolo da monarquia checa. Hoje o castelo é um monumento nacional cultural importante e um dos castelos mais visitados na República Checa.

Chegamos à estação ferroviária de Karlstejn e subimos por ruelas íngremes rodeadas de lojas de artesanato.

Completamos visita guiada de uma hora previamente agendada no valor de 300  CZK  por pessoa incluindo a capela e conhecendo os três pisos do interior do histórico Palácio Imperial  onde visitamos o Salão dos Cavaleiros com a Capela. Nicholas, Royal Hall dos Antepassados, o salão de Banquetes e de audiências, os quartos do rei Carlos IV e a Capela. A sala dos Tesouros, a prisão do antigo castelo. Depois seguimos para a ala leste do Palácio Imperial, no piso superior da Torre de Marian e Torre Grande onde tem espaço valioso com a história do  Karlstejn Castle e uma coleção de gráficos, da Igreja da Assunção Santa Catarina, a sacristia antiga, ponte pênsil torre, a, grande galeria, a biblioteca do Castelo de exposição para a última reconstrução da escada da torre do castelo com os murais do século 14 capela St. Cruz.
No piso térreo esta a Torre Mariana com 78 metros e, o  castelo está disposto em três pisos e, foi mandado construir em 1348, por Carlos IV, rei checo e imperador do Santo Império Romana para proteger as jóias da coroa imperial e relíquias sagradas e, posteriormente, manteve as jóias da coroa checa. O primeiro piso foi ocupado com os espaços mundanos , habitados pelo Imperador, sua mulher e respectivas damas de companhia. No segundo piso foi construída a Igreja de Nossa Senhora, ligada por um estreito corredor à capela privada do Imperador Carlos IV, dedicada à sua santa padroeira Santa Catarina, como símbolo de um lugar purificador. Na parte superior ergue-se uma torre prismática com a parte mais sagrada do castelo a Capela de Santa Cruz, em representação celeste de Jerusalém.

O castelo destinava-se a ser residência de descanso do seu fundador, mas durante as obras de construção, que se prolongaram por mais de sete anos, os objetivos mudaram. O castelo tornou-se depositário da Coroa Checa e Imperial e de relicários de outros santos.

Durante o reinado de Carlos IV serviu como sede representativa da coroa já que ficava a um dia de viagem a cavalo da capital do reino (Praga) e, onde se encontravam os representantes das elites políticas européias.

Durante a Guerra Hussita o castelo foi alvo de vários ataques hussitas. Nos fins do século XV foi efetuada a reconstrução em estilo gótico flamejante,tendo sido alterada a torre da igreja, o que veio a transformar a silhueta do castelo.

Durante o reinado de Rodolfo entre 1578 – 1597 teve lugar uma profunda reconstrução do castelo em estilo renascentista. Em 1625, o imperador Fernando II cancelou o estatuto de Karlstein e transformou o castelo e os seus domínios em bens de dote dos reis checos, que a imperatriz Maria Tereza acabou por oferecer ao Instituto dos Nobres, que aí colocaram a administração econômica do domínio.

Só em finais do século XVIII foi reconhecido o verdadeiro valor histórico de Karlstein. Foi decidida a reconstrução do castelo em estilo gótico purista, que se iniciou em 1887 sob a orientação do arquiteto Josef Mocker. A

Algumas partes do castelo foram então demolidas , outras construídas de novo, o castelo adquiriu a forma com que se nos apresenta atualmente e em 1910 foi aberto ao público.

O castelo é dominado pela Torre Grande prismática com a Capela de Santa Cruz, que data de 1357 e constitui o espaço representativo e importante do castelo.

As abóbadas são decoradas com pedras semipreciosas em forma de cruz e um conjunto único de 129 quadros pintados em madeira, na maioria atribuídos ao Mestre Theodorika, representando de forma idealizada ou aproximada santos , papas e bispos, governantes e mestres religiosos.

Sobre o altar encontra-se um nicho fechado por uma grade , onde se depositavam as insígnias de coroação imperiais e as relíquias. A abóbada representa uma abóbada celeste estrelada com uma lua e um sol e os cinco planetas do sistema solar, então conhecidos
  

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