Pegamos táxi para ir do bairro La Boca até o bairro de Puerto Madero onde iríamos almoçar no restaurante Siga La Vaca.
Quando se viaja expõe-se a incertezas.
Sempre souber que a maior aventura de um ser humano é viajar. Viajar é se jogar naquilo que não se conhece em um mundo novo, com gente e línguas diferentes e, justo isso que torna a viagem interessante. Deixamos nosso porto seguro e nos emprenhamos num mundo desconhecido aprendendo uma novidade a cada dia e, deixamos nossa arrogância para ver o mundo que sempre imaginamos.
Afinal viajar é estar aberto ao novo, aos outros e a ver a vida com outros olhos e, mesmo com tudo planejado, organizado tomamos sustos e algumas quebramos a cara. Aprendi que nestas horas o mais importante é não ter medo, manter a calma e usar o bom senso na solução de qualquer problema voltando para casa com bagagem cheia de coisas boas e com a alma e os pensamentos enriquecidos.
O Siga La Vaca tem como especialidade parrilla onde se escolhe embutidos (chorizo e morcilla), "achuras" (molleja, riñón, rueda, chinchulín, tripa gorda), carne de gado (asado, vacío, colita de cuadril, matambre), suíno (carré, pechito con manta), frango etc... e tem enorme e variado Buffet de saladas entre outros acompanhamentos. Se paga uma quantidade fixa e pode comer quanto quiser com direito a escolher um litro de bebida que é servido numa jarra ( cerveja,vinho , refrigerante) sendo que água mineral é liberada e no final se escolhe no cardápio porções individuais de uma sobremesa onde eu optei pelo flan con dulce de leche, Juarez ficou com o vulcão de chocolate e a Ivone o profiteroles.
O local ali foi inaugurado em 1999 mas a rede Siga La Vaca conta com mais cinco locais na Grande Buenos Aires. Este é enorme e tem capacidade para 450 pessoas com terraço e vista para um dos diques, com cerca de 100 funcionários.
O restaurante na entrada impressiona pela decoração. É ambiente típico para turistas se entupirem de comida, agitado e bem freqüentado por brasileiros. O atendimento não é dos melhores. A carne fica exposta numa parrilla onde os clientes pedem as carnes.
Quando se viaja expõe-se a incertezas.
Acabado o almoço ocorreu situação lamentável.
Juarez teve indisposição desmaiando ficando alguns minutos inconsciente se recuperando quando vomitou. O restaurante chamou ambulância que demorou quase meia hora. Quando chegou a equipe médica constatou que ele estava com batimentos cardíacos e pressão baixa e resolveram transferi-lo para o hospital. Ao mesmo tempo, tive que acionar o consulado brasileiro pelo telefone 45156500. Enfim saímos do restaurante numa ambulância som sirene até chegar ao hospital. Estou registrando este acontecimento para agradecer todo amparo, carinho, eficiência da equipe médica do Dr. Horácio Ledesma Navajas M.N. 137.064 M.P. 5.044 do Hospital Geral Dr. Cosme Argerich que fica na Cale Pi e Margall 750 no bairro de La Boca.
Juarez teve indisposição desmaiando ficando alguns minutos inconsciente se recuperando quando vomitou. O restaurante chamou ambulância que demorou quase meia hora. Quando chegou a equipe médica constatou que ele estava com batimentos cardíacos e pressão baixa e resolveram transferi-lo para o hospital. Ao mesmo tempo, tive que acionar o consulado brasileiro pelo telefone 45156500. Enfim saímos do restaurante numa ambulância som sirene até chegar ao hospital. Estou registrando este acontecimento para agradecer todo amparo, carinho, eficiência da equipe médica do Dr. Horácio Ledesma Navajas M.N. 137.064 M.P. 5.044 do Hospital Geral Dr. Cosme Argerich que fica na Cale Pi e Margall 750 no bairro de La Boca.
Sempre souber que a maior aventura de um ser humano é viajar. Viajar é se jogar naquilo que não se conhece em um mundo novo, com gente e línguas diferentes e, justo isso que torna a viagem interessante. Deixamos nosso porto seguro e nos emprenhamos num mundo desconhecido aprendendo uma novidade a cada dia e, deixamos nossa arrogância para ver o mundo que sempre imaginamos.
Afinal viajar é estar aberto ao novo, aos outros e a ver a vida com outros olhos e, mesmo com tudo planejado, organizado tomamos sustos e algumas quebramos a cara. Aprendi que nestas horas o mais importante é não ter medo, manter a calma e usar o bom senso na solução de qualquer problema voltando para casa com bagagem cheia de coisas boas e com a alma e os pensamentos enriquecidos.
Muito obrigado.

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