Saindo pela avenida Costeira a primeira parada foi no Farol da Mãe Luiza.Fica no bairro de Mãe Luiza. O farol marítimo, tem o nome em tributo a velha parteira que também deu nome ao bairro.Inaugurado em 1951 com uma torre de 37 metros de altura com 150 degraus em espiral. A lanterna no alto da torre funciona com energia elétrica e o seu facho tem um alcance de 44 km, em caso de falta de energia o sistema alternativo de gás, operado manualmente, entra em funcionamento é administrado pela Capitania dos Portos e a visitação é aos domingos das 14 as 17 horas. 
Seguimos para a ladeira do Sol onde esta a casa noturna Chaplin e donde se tem uma bela vista das praias urbanas: Areia Preta, Praia dos Artistas, do Meio e, do Forte. 
Chegamos na rua Aderbal de Figueiredo, no bairro de Petrópolis, para visitar o Centro de Turismo uma antiga prisão, e hoje tem Galeria de Arte, lojas de artesanato e é palco de apresentações folclóricas.
Cruzamos pela Igreja de Santo Antônio uma das mais antigas igrejas católicas de Natal, datada do século XVII. Convento e Museu de Arte Sacra em estilo barroco, data de 1799 É também conhecida como a Igreja do Galo.
Dali fomos para o bairro Ribeira, cujo bairro é classificado como centro cultural e patrimônio histórica tem uma arquitetura do período colonial brasileiro e inúmeras ruelas., onde esta a balsa e o museu da aviação. 

Seguimos para Rua Chile. Nesta rua esta varias casas e prédios com grande valor histórico. No mesmo bairro encontramos o Teatro Alberto Maranhão cuja construção começou em 1818 e findou em 1904.
Na Avenida do Contorno achamos a Pedra do Rosário. Sua história começa na manhã do dia 21 de novembro de 1753, quando algumas pessoas encontraram um caixão encalhado em uma grande pedra existente na margem direita do Rio Potengi, no trecho paralelo à Igreja do Rosário. Era dia da padroeira de Natal e a cidade estava em festa. Dentro do caixão havia uma imagem de Nossa Senhora. Segundo descreveu Câmara Cascudo a imagem era: - “pequena, simples, o manto cobrindo-lhe a cabeça na convenção ritual para a cercadura da coroa simbólica, a Santa sustinha o Deus Menino na curva do braço esquerdo e estendia a destra, dedos unidos e vazios, num gesto de suspender o rosário ou de abençoar, timidamente”. Embora tratar-se da imagem de Nossa Senhora do Rosário, resolveram considerar como de Nossa Senhora da Apresentação. Segundo a tradição oral, no rebordo do caixão existia uma tira estreita onde se lia: “No ponto onde der este caixão, não haverá perigo” ou “Onde esta Santa parar nenhuma desgraça acontecerá”.
Na Av. Câmara Cascudo conhecemos o Solar Bela Vista construção de 1907, pelo coronel Aureliano Medeiros, com a finalidade de ser um palacete residencial. Este belíssimo prédio deu lugar ao famoso Hotel Bela Vista um dos mais requintados e luxuosos da época. Tombado pelo Patrimônio Histórico, administrado e preservado atualmente pelo SESI/RN, funciona como centro cultural, com exposições, lançamentos de livros, discos e manifestações de cultura popular. Tem 2 andares e as dependências centrais são o auditório para encontros, palestras e recitais, e diversas salas onde são ministradas aulas de música, artes plásticas e oficinas de artesanato. Mesmo ligeiramente, não deixe de conhecer. A entrada é gratuita.
Continuando na mesma rua percorremos a Capitania das artes antiga Capitania dos Portos e sede do Governo. Restaurada pela SECTUR, este prédio tem a beleza da arquitetura neoclássica.
No bairro Centro visitamos a praça do Marco Zero,

na frente está o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte que é a mais antiga instituição cultural do estado. Já foi chamado de Casa da Memória e foi inaugurado em 29 de março de 1902. Na entrada principal na parede estão fixados os escudos da república e do império que foi removido em 1896 da antiga cadeia pública donde igualmente veio o pelourinho no qual eram amarrados e açoitados os réus de crimes políticos, símbolo da autoridade real.
Ainda neste bairro esta a antiga Catedral Metropolitana datada do século XVII,
quase ao lado esta o Memorial Câmara Cascudo em homenagem a Luís da Câmara Cascudo, pesquisador e maior folclorista do país, reúne um acervo de obras, correspondências, jornais, fotografias e a biblioteca particular do historiador com 9 mil títulos. 

O local designado pelo Governo do Estado para abrigar o Memorial Câmara Cascudo é uma construção do século XVIII erguida para servir de sede ao Real Erário. Foi reconstruído em 1875 para servir à Tesouraria da Fazenda. Já serviu também para uso do Quartel General do Exército Nacional. 
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Passamos pela Assembléia Legislativa Paulo José Augusto ,
Tribunal de Justiça, o Palácio Potengi e, na esquina o Palácio da Prefeitura ou
Palácio Felipe Camarão.

Na avenida Marechal Deodoro encontramos a Catedral Nova que começou a ser construída há mais de 30 anos, e não está concluída. O desenho arquitetônico é surpreendente.


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