Com muito cuidado, percorremos a estrada asfaltada repleta de cavalos selvagens e chegamos a Puna Pau o lugar de onde se extrai a rocha vermelha usada como matéria prima para fazer o pukao (o chapeuzinho dos moais) que eram destinados a determinados moais como sinal de nobreza, podendo pesar até onze toneladas. O local é bem sinalizado e mostra várias pedaços de pedra vermelho e também a rocha matriz. O local tem belas colinas cheias de árvores e do alto do monte dá para se ter uma linda vista de Hanga Roa e do mar.
Aproveitamos o roteiro e seguimos até o Ahu Akivi uma plataforma com 7 moais único olhando para o mar e localizada no interior da ilha.
Avistamos dali o Terevaka um vulcão inativo que tem forma de cone irregular e ocupa a maior parte da ilha. Sua altitude máxima é de 510 m constituindo-se no ponto mais alto da ilha de Páscoa. Para se chegar ao vulcão é necessário uma caminhada com percurso de subida de aproximadamente sete quilômetros mais ou menos três horas de caminhada.
Como estávamos de carro resolvemos não arriscar e seguimos até as cavernas de Ana Te Pahu umas cavernas ancestrais de formação vulcânica com quase trezentos metros de comprimento que tem túneis utilizadas pelos antigos Rapa Nui como meio de proteção em tempo de guerra. Alguns pontos do teto ruíram e não tem muita claridade no seu interior.
Dali seguimos por uma estradinha de chão chegando até a entrada do parque nacional Ahu Tereu e seguimos por uma estrada que costeia o mar indo até Hanga Roa.
Esta estrada dava medo, estava em péssimas condições com ladeiras esburacadas e cheias de pedras que quase desistimos do meio do caminho. Depois de horas, finalmente, chegamos ao centro de Hanga Roa.
Vídeo com foto do dia
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