Na caminhada habitual do final da tarde, pelo calçadão da beira mar, como de costume, sentamos na praça dos stressados na praia do Meireles para descansar e observar o vai-e-vém de pessoas que por ali passam.
Hoje sentou ao nosso lado o Sr. Irineu, cearense, aposentado e atua como corretor de imóveis de uma famosa imobiliária que falou durante mais ou menos três horas sobre vários assuntos e também sobre o mercado imobiliário do Ceará.
Ficamos ouvindo e aprendendo . Um dos temas que nos deixou curioso foi quando ele disse que está enraizado no Ceará a tradição da festa da cumieira.
Esta festa consiste em marcar com uma grande festa entre os proprietários, construtor, operários e todos envolvidos na obra o dia em que sobre a casa em construção se coloca a cumieira. Hoje não há mais cumieira, já que os arranha-céus são de cimento e aço. Assim a comemoração ocorre quando atingem o último pavimento com colocação da última laje.
Hoje sentou ao nosso lado o Sr. Irineu, cearense, aposentado e atua como corretor de imóveis de uma famosa imobiliária que falou durante mais ou menos três horas sobre vários assuntos e também sobre o mercado imobiliário do Ceará.
Ficamos ouvindo e aprendendo . Um dos temas que nos deixou curioso foi quando ele disse que está enraizado no Ceará a tradição da festa da cumieira.
Esta festa consiste em marcar com uma grande festa entre os proprietários, construtor, operários e todos envolvidos na obra o dia em que sobre a casa em construção se coloca a cumieira. Hoje não há mais cumieira, já que os arranha-céus são de cimento e aço. Assim a comemoração ocorre quando atingem o último pavimento com colocação da última laje.
Em cada esquina de Fortaleza tem várias obras assim, provavelmente todos os dias tem festa da cumieira.
A cumieira representa o teto, o abrigo, o agasalho, o lar, o doce lar velha aspiração do homem ou melhor da família É tão importante a festa da cumieira que Tom Jobim canta nos versos da música Águas de março
É pau, é pedra, é o fim do caminho.É um resto de toco, é um pouco sozinho. É um caco de vidro, é a vida, é o sol. É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol. É peroba no campo, é o nó da madeira. Caingá candeia, é o matita-pereira. É madeira de vento, tombo da ribanceira. É o mistério profundo, é o queira ou não queira. É o vento ventando, é o fim da ladeira. É a viga, é o vão, FESTA DA CUMEEIRA. É a chuva chovendo, é conversa ribeira. Das águas de março, é o fim da canseira. É o pé, é o chão, é a marcha estradeira. Passarinho na mão, pedra de atiradeira. É uma ave no céu, é uma ave no chão. É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão. É o fundo do poço, é o fim do caminho. No rosto um desgosto, é um pouco sozinho. É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto. É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto. É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando. É a luz da manha, é o tijolo chegando. É a lenha, é o dia, é o fim da picada. É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada. É o projeto da casa, é o corpo na cama. É o carro enguiçado, é a lama, é a lama. É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã. É um resto de mato na luz da manhã. São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração. É uma cobra, é um pau, é João, é José. É um espinho na mão, é um corte no pé. São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração. É pau, é pedra, é o fim do caminho. É um resto de toco, é um pouco sozinho. É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã.
A cumieira representa o teto, o abrigo, o agasalho, o lar, o doce lar velha aspiração do homem ou melhor da família É tão importante a festa da cumieira que Tom Jobim canta nos versos da música Águas de março
É pau, é pedra, é o fim do caminho.É um resto de toco, é um pouco sozinho. É um caco de vidro, é a vida, é o sol. É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol. É peroba no campo, é o nó da madeira. Caingá candeia, é o matita-pereira. É madeira de vento, tombo da ribanceira. É o mistério profundo, é o queira ou não queira. É o vento ventando, é o fim da ladeira. É a viga, é o vão, FESTA DA CUMEEIRA. É a chuva chovendo, é conversa ribeira. Das águas de março, é o fim da canseira. É o pé, é o chão, é a marcha estradeira. Passarinho na mão, pedra de atiradeira. É uma ave no céu, é uma ave no chão. É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão. É o fundo do poço, é o fim do caminho. No rosto um desgosto, é um pouco sozinho. É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto. É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto. É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando. É a luz da manha, é o tijolo chegando. É a lenha, é o dia, é o fim da picada. É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada. É o projeto da casa, é o corpo na cama. É o carro enguiçado, é a lama, é a lama. É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã. É um resto de mato na luz da manhã. São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração. É uma cobra, é um pau, é João, é José. É um espinho na mão, é um corte no pé. São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração. É pau, é pedra, é o fim do caminho. É um resto de toco, é um pouco sozinho. É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã.

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