Realizando um sonho
Hoje estamos saciando curiosidade de muitos anos . Quem já leu o livro "Eram os Deuses Astronautas" do escritor Erik von Daniken compreenderá o porque.
O parque é de uma beleza exuberante, suas várias formações rochosas de diversos nomes, tamanhos e formas, algumas muito altas, lembram castelos, edifícios, muralhas, pessoas, animais, mapas e objetos, é um mundo em pedras, além de maravilhosos banhos (riachos, piscinas naturais) e uma linda cachoeira, pode-se encontrar também uma grande variedade de animais silvestres e inscrições rupestres de origem desconhecida.
O Parque Nacional Sete Cidades foi criado em 1961 e sua área é de 6.221 hectares. Localizado no norte do estado do Piauí, a 140 Km de Parnaíba. Situado numa faixa de transição entre os ecossistemas do cerrado e da caatinga, protege espécies da fauna e da flora encontradas nos dois ecossistemas, como também um dos mais belos conjuntos de formações geomorfológicas do Brasil, conhecidas como as “sete Cidades de pedra”.
O Parque Nacional de Sete Cidades constitui-se em uma verdadeira Universidade, onde seus laboratórios estão a céu aberto. Ciências como a Geologia, a Botânica, a Zoologia e a Arqueologia podem ser estudadas através de exemplos práticos e concretos.
As pinturas encontradas nas paredes rochosas do Parque compõem o “estilo Sete Cidades” e caracterizam-se pela predominância de desenhos geométricos. O conjunto é ordenados e harmônico, com círculos, linhas retas, curvas e paralelas, representações de sol, lua, animais e mãos.
A área aberta à visitação turistica possui cerca de 12 Km de trilhas. Os trechos são curtos entre os pontos de interesse, e os graus de dificuldades mais acentuados são encontrados na subida para o mirante, no caminho para a Passagem do Índio e na descida para a cachoeira.
É obrigatório que a visita seja iniciada pelo centro de visitantes. Lá você recebe informações sobre o parque, escolhe o tipo de condução e o guia para acompanhá-lo.
Existem vários mistérios, lendas, histórias relacionadas às "Sete Cidades de Pedra" nome esse dado devido à divisão do parque em sete grandes praças imaginárias .Muitos são os historiadores, pesquisadores e turistas que ao longo do tempo visitaram o parque e teceram seus próprios comentários a respeito do que viram.
O certo é que só em adentrar nos limites do parque sente-se um ar de mistério e admiração.
É possível encontrar uma grande variedade de peças artesanais feitas por artesãos locais, essas peças são comercializadas em pequenas barracas e quiosques no interior do parque, muitos são os visitantes que as adquirem como forma de levar uma recordação.
Primeiro centro intelectual dos povos tupis, local de passagem dos povos fenícios, cidade encantada, uma civilização destruída comparada a Sadoma e Gomorra, aniquilada pelo fogo do céu, camadas de geleiras, antigo golfo marítimo visitado pelos navegadores vikings, e muitas outras suposições e lendas criadas pelos antigos, estudiosos e pesquisadores que visitaram e visitam o local fazem desse lugar um berço de mistério sem que nenhum deles tenha a precisa definição do que realmente está comentando.
Na área do Parque existem várias formações rochosas, banhos, cachoeira, inscriçoes rupestres e diversos pontos de uma beleza exuberante e cercados de mistérios.
O Parque Nacional de Sete Cidades constitui-se em uma verdadeira Universidade, onde seus laboratórios estão a céu aberto. Ciências como a Geologia, a Botânica, a Zoologia e a Arqueologia podem ser estudadas através de exemplos práticos e concretos.
As pinturas encontradas nas paredes rochosas do Parque compõem o “estilo Sete Cidades” e caracterizam-se pela predominância de desenhos geométricos. O conjunto é ordenados e harmônico, com círculos, linhas retas, curvas e paralelas, representações de sol, lua, animais e mãos.
A área aberta à visitação turistica possui cerca de 12 Km de trilhas. Os trechos são curtos entre os pontos de interesse, e os graus de dificuldades mais acentuados são encontrados na subida para o mirante, no caminho para a Passagem do Índio e na descida para a cachoeira.
É obrigatório que a visita seja iniciada pelo centro de visitantes. Lá você recebe informações sobre o parque, escolhe o tipo de condução e o guia para acompanhá-lo.
Existem vários mistérios, lendas, histórias relacionadas às "Sete Cidades de Pedra" nome esse dado devido à divisão do parque em sete grandes praças imaginárias .Muitos são os historiadores, pesquisadores e turistas que ao longo do tempo visitaram o parque e teceram seus próprios comentários a respeito do que viram.
O certo é que só em adentrar nos limites do parque sente-se um ar de mistério e admiração.
É possível encontrar uma grande variedade de peças artesanais feitas por artesãos locais, essas peças são comercializadas em pequenas barracas e quiosques no interior do parque, muitos são os visitantes que as adquirem como forma de levar uma recordação.
Primeiro centro intelectual dos povos tupis, local de passagem dos povos fenícios, cidade encantada, uma civilização destruída comparada a Sadoma e Gomorra, aniquilada pelo fogo do céu, camadas de geleiras, antigo golfo marítimo visitado pelos navegadores vikings, e muitas outras suposições e lendas criadas pelos antigos, estudiosos e pesquisadores que visitaram e visitam o local fazem desse lugar um berço de mistério sem que nenhum deles tenha a precisa definição do que realmente está comentando.
Na área do Parque existem várias formações rochosas, banhos, cachoeira, inscriçoes rupestres e diversos pontos de uma beleza exuberante e cercados de mistérios.
É dividido em 7 cidades imaginárias cada uma com suas particularidades, veja:
1ªCIDADEPiscina do Olho d’agua dos MilagresPedra dos CanhõesFloresta de PedrasTrilhas da Sambaíba 2ª CIDADEArco do TriunfoSítio Pequeno da Pedra da InscriçãoSítio da Pedra do AmericanoSítio da Mão de BroméliasBibliotecaMiranteSítio do CamaleãoPedra do Castelo
3ª CIDADEDedo de DeusOs Três Reis MagosCurral de PedrasFuro SolsticialMapa do BrasilPedra do Beijo.
4ª CIDADEArcheteCidadelaPortalGrande MuralhaBeijo dos LagartosMapa do BrasilPassagem do Índio
5ª CIDADESítio da Pedra da InscriçãoFurna do ÍndioPedra do ImperadorPedra do CameloPedra do Último dos MoicanosGrutas do CatirinaTúmulo do Filho do Catirina
6ª CIDADEPedra da TartarugaPedra do ElefantePedra do Cachorro
7ª CIDADEGruta do PajéSítio de PinturasCasario
O nome da cidade é Reserva Ecológica para preservação da fauna, flora e dos monumentos ricos em inscrições pré-históricas. O acesso somente é permitido com autorização do ICMBio.
Cachoeira: Não faz parte dos conjuntos rochosos, localizando-se próximo à Primeira Cidade. A sua altura é de 16,4 metros na primeira queda e 7,2 metros na Segunda. A escada tem 78 degraus até o lago.
As aves mais comuns: jacú, sariema, nambu (perdiz e pé vermelho), papagaio, pica-pau, sabiá, periquito, coruja, sericora (galinha d’água), aracoan, galo de campinha, canário e rolinha.
Os animais mais comuns: onça jaguatirica, onça maçaroca, veado, peba, tatu, mocó, guaxinim, raposa, gato maracajá e iguana.
As árvores e plantas mais comuns: caju, faveira, jatobá, araticum, piqui, aromã (mama cachorro), macambira, gameleira, murici e tucum.
Cachoeira: Não faz parte dos conjuntos rochosos, localizando-se próximo à Primeira Cidade. A sua altura é de 16,4 metros na primeira queda e 7,2 metros na Segunda. A escada tem 78 degraus até o lago.
As aves mais comuns: jacú, sariema, nambu (perdiz e pé vermelho), papagaio, pica-pau, sabiá, periquito, coruja, sericora (galinha d’água), aracoan, galo de campinha, canário e rolinha.
Os animais mais comuns: onça jaguatirica, onça maçaroca, veado, peba, tatu, mocó, guaxinim, raposa, gato maracajá e iguana.
As árvores e plantas mais comuns: caju, faveira, jatobá, araticum, piqui, aromã (mama cachorro), macambira, gameleira, murici e tucum.


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